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Seleção portuguesa em Óbidos sem Cristiano Ronaldo

A seleção portuguesa de futebol encontra-se na Praia d’El Rey, em Óbidos, entre 2 e 5 de setembro, a preparar o jogo com a Albânia, o primeiro da fase de qualificação para o Campeonato da Europa de 2016. Com treinos fechados todos os dias, excetuando quinze minutos para a comunicação social, a seleção de Portugal regressa assim à competição, depois do desaire no Mundial no Brasil, em que não passou da fase de grupos. 16 dos 24 jogadores convocados estiveram no Brasil. O principal ausente é o capitão e melhor jogador do mundo Cristiano Ronaldo, que está lesionado e parado pelo menos durante três semanas. Outros jogadores ficaram de fora por lesão - Beto, Bruno Alves e Rúben Amorim, ou por opção - Rafa, Silvestre Varela, Hélder Postiga e Hugo Almeida. Estreiam-se três jogadores que na época passada brilharam no Vitória de Setúbal - o central Ruben Vezo, agora no Valência, o médio Pedro Tiba, do Sp. Braga, e o avançado Ricardo Horta, do Málaga – e regressam aos convocados Anthony Lopes, Antunes, Adrien Silva, André Gomes, Bruma e Ivan Cavaleiro. O clube português com mais convocados é o Sporting (4) e o clube estrangeiro que fornece mais jogadores é o Valência (3). Nem o Vitória de Guimarães nem o F.C. Porto, que lideram a Liga Portuguesa, não têm nenhum atleta convocado.

02-09-2014 | Francisco Gomes

Lesionado, Cristiano Ronaldo é a grande ausência (foto FPF/arquivo)
Lesionado, Cristiano Ronaldo é a grande ausência (foto FPF/arquivo)
Os convocados para o jogo de dia 7 de setembro (19h45, no Estádio Municipal de Aveiro) são: Guarda-redes: Eduardo (D. Zagreb), Rui Patrício (Sporting) e Anthony Lopes (Lyon); Defesas: João Pereira e Rúben Vezo (Valência), André Almeida (Benfica), Fábio Coentrão e Pepe (Real Madrid), Antunes (Málaga), Ricardo Costa (Al-Sailiya) e Neto (Zenit); Médios: William Carvalho e Adrien Silva (Sporting), Miguel Veloso (D. Kiev), Raul Meireles (Fenerbahçe), João Moutinho (Mónaco), André Gomes (Valência) e Pedro Tiba (SC Braga); Avançados Nani (Sporting), Vieirinha (Wolfsburgo), Bruma (Galatasaray), Éder (SC Braga), Ivan Cavaleiro (Corunha) e Ricardo Horta (Málaga).
A formação comandada por Paulo Bento ficou integrada no Grupo I juntamente com a Albânia, a Arménia, a Dinamarca e Sérvia. As seleções deste grupo irão também defrontar a França, que tem garantida a presença no Europeu como país organizador. No entanto, os encontros diante dos gauleses não influenciarão a qualificação.
Pela primeira vez a fase final do Europeu contará com a presença de 24 seleções. Para além da França, país anfitrião, apurar-se-ão automaticamente as duas primeiras classificadas, assim como a melhor terceira posicionada dos nove grupos. As restantes terceiras classificadas (oito seleções) disputarão um playoff a duas mãos para determinar quais serão os outros quatro classificados.
A fase final será disputada entre 10 de junho e 10 de julho de 2016. A 15.ª edição da prova será disputada em dez cidades gaulesas.
Portugal encontra-se no 11º lugar do ranking da FIFA, atualizado a 17 de julho, após o Mundial, sendo o líder a Alemanha, seguida da Argentina e da Holanda.

Mexidas na Federação

As novidades nesta nova época da seleção têm mais a ver com mexidas na orgânica da Federação Portuguesa de Futebol (FPF)
O presidente da FPF, Fernando Gomes, revelou que após “um processo de audições internas e externas, da necessária reflexão, desenho de estratégia e avaliação de formas de implementação, decidiu intervir em três áreas, todas elas estruturantes e transversais. Nenhuma especificamente dirigida a uma só seleção. Decidimos pois intervir na área técnica, na área clínica e na área regulamentar”.
Na área técnica foi criado o gabinete coordenador técnico nacional, que será liderado por Paulo Bento e integrará Ilídio Vale e Rui Jorge. Será por estes três treinadores que passará todo o processo de decisão em matéria de treino e interação de seleções nacionais.
Na área clínica, tão polémica no Mundial devido às lesões, foi criada uma unidade de saúde e performance, para prevenção, avaliação e recuperação de atletas.
“Na transição para a cidade do futebol [projetado para o Estádio Nacional] também por causa disso, entendeu a Direção da Federação que, ao fim de praticamente 14 anos sem qualquer mudança neste setor, era preciso dar um salto em frente”, manifestou Fernando Gomes.
Desde 2 de setembro próximo, a Federação passou a ter como diretor desta unidade e sempre presente em todos os estágios e jogos, pelo menos da Seleção A, “um dos médicos mais reconhecidos nacional e internacionalmente pela sua competência e conhecimento e a quem recorrem dezenas e dezenas de atletas de todo o mundo”. A Federação escolheu José Carlos Noronha para diretor da Unidade de Saúde e Performance.
É um dos mais reputados especialistas mundiais de lesões ligamentares do joelho, tendo contribuído para as recuperações de alguns dos nomes mais famosos do futebol mundial, entre os quais Cristiano Ronaldo.
O cirurgião ortopedista é também consultado por vários atletas nacionais e internacionais de outros desportos de alta competição como atletismo, ténis ou basquetebol (incluindo jogadores da liga profissional norte-americana “NBA”).
Jogou futebol no Desportivo Santa Cruz de Alvarenga, onde viria a contrair entorse do joelho direito, de que resultou rotura do ligamento cruzado anterior e do menisco interno. Já era médico, o que o estimulou a enveredar pela ortopedia e, particularmente, pelas lesões ligamentares do joelho.
Em articulação direta com o diretor da Unidade, haverá um médico coordenador, que será também o médico de banco de várias seleções nacionais. Foi escolhido o atual presidente do Colégio da Especialidade de Medicina Desportiva da Ordem dos Médicos, Paulo Beckert.
“A complementar esta equipa e porque entendemos que a prevenção de lesões, a avaliação e recuperação de atletas é absolutamente fundamental, a Federação decidiu trabalhar de forma transversal também a área da fisiologia”, indicou Fernando Gomes. Para essa tarefa a Federação escolheu João Brito, doutorado em ciências do Desporto.
A Federação pretende estimular o aparecimento e proteção de jovens atletas nacionais e por isso, em articulação com o Sindicato de Jogadores, decidiu propor um aumento do número de atletas formados localmente nos clubes participantes no Campeonato Nacional de Seniores em modelo e faseamento a discutir com todas as associações distritais. Será igualmente estudada a introdução do critério de jogador formado localmente, nas competições nacionais do escalão júnior.

Francisco Gomes
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