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Caldas / Economia, Caldas da Rainha
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Inspector José Amaral preocupado com a prospecção de petróleo nesta zona

07-09-2011 |

Inspector José Amaral preocupado com a prospecção de petróleo nesta zona
Inspector José Amaral preocupado com a prospecção de petróleo nesta zona
A restrição da actividade piscatória entre Aveiro e Nazaré, de forma a assegurar a prospecção de petróleo a efectuar no âmbito dos contratos de concessão de direitos assinados entre o Estado e a empresa Mohave Oil and Gas Corporation, motivou a preocupação do inspector José Manuel Amaral, ligado há 52 anos à área Naval. Segundo o especialista em plataformas petrolíferas, a Nazaré é a área mais penalizada em toda a zona envolvente. “A sua fauna marítima irá deixar marcas e milhares de postos de trabalho estão em perigo, pondo em causa o sustento de famílias inteiras”, disse José Amaral, acrescentando que “o canhão da Nazaré, onde habita uma vasta fauna marítima, dada a sua profundidade “aloja” vários tipos de algas que são utilizadas para a medicina”. O inspector afirma-se disponível para colaborar e pede às entidades competentes mais transparência em toda a situação, anunciando que se prepara para enviar “esta situação à Comissão Europeia”. No que respeita ao processo de prospecção e exploração de hidrocarbonetos (petróleo) e gás natural ao largo de Peniche, o inspector diz que vai “solicitar ao Parlamento Europeu que acompanhe e investigue o processo”, considerando que “há um manto de silêncio envolvida nesta questão quanto às verdadeiras distâncias das áreas envolventes”. José Manuel Amaral alega que o “petróleo, se é que há, não vai trazer emprego nem paga impostos (o IVA é pago no estrangeiro) e apenas coloca em risco toda a actividade económica de uma região fortemente dependente do turismo e das pescas”. O inspector alerta ainda para a possibilidade de haver uma maré negra, entre Peniche, Baleal e Foz do Arelho, que “poderá pôr em risco as nossas praias durante dois a quatro anos”. Critica também o equipamento utilizado para a prospecção, que sustenta que “não é eficaz para a forte ondulação desta costa”, considerando que não vai haver “êxito”. Quanto ao impacto visual, este responsável revela que as “plataformas petrolíferas à vista terra vão ser uns autênticos mamarrachos”. O inspector diz que já levou o caso à Quercus e que esta entidade pretende levar “toda esta informação ao Presidente da República e reunir com os grupos Parlamentares”.   Marlene Sousa    
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