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Exposição “Figuras no Mosteiro”
O Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, acolhe, desde 2 de agosto, a exposição “Figuras no Mosteiro”, da autoria da escultora Dora Tracana.
Ao todo estão patentes ao público cerca de 20 peças que a artista criou no âmbito de uma residência artística no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, serviço dependente da rede de ‘Museus no Centro’. Já patente nos museus Francisco Tavares Proença Junior, Museu da Guarda e Museu de Aveiro, esta mostra enquadra-se num projeto que visa reforçar a identidade conceptual de cada um dos espaços museológicos que fazem parte desta importante rede de instituições patrimoniais sob a tutela da Direção Regional de Cultura do Centro. Para o efeito, e como já tem acontecido nas anteriores mostras, foi criada uma peça identitária para o museu da Cerâmica, apresentada no dia da inauguração.
06-08-2013 |
Dora Tracana, artista plástica e docente natural da Guarda, propõe assim uma visão muito particular das várias personagens e identidades associadas à cultura e aos espaços onde os diversos museus se encontram instalados, através dos quais os territórios materiais e imateriais são claramente identificados. As peças estão no centro de um projeto de circulação de exposições entre os espaços museológicos que integram esta rede transregional de difusão da cultura e do património.
Desta ideia expositiva nasceu uma nova linha de produtos que o ‘Museus no Centro’ disponibiliza nas lojas dos museus associados, numa clara assunção da presença da arte contemporânea nestes espaços. Realce para as peças criadas para o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (a “Rainha Santa Isabel” , “D. Inês de Castro” e “Senhora Deitada”), para o Museu da Nazaré (o “Pescador”, a “Viúva” e a “Onda”), para o Museu da Cerâmica (as famosas criações de Bordalo Pinheiro: o “Zé Povinho”, a “Ama das Caldas” e o “Polícia”), para o Museu de Aveiro (o “Marnoto”, a “Tricana” e “Santa Joana”), para o Museu da Guarda (“Santo António do Pão”, “S. Pedro” e o “Contrabandista”) e para o Museu Francisco Tavares Proença Júnior (o “Arqueólogo”, a “Roca” e a “Fiandeira”).
A exposição inclui ainda por uma projeção vídeo da autoria de Gonçalo Barros e uma mostra fotográfica de Artur Côrte-Real.
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