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Opinião
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O planeta e a ganância do “ser humano”

Foram necessárias intempéries consecutivas, de várias origens, para a humanidade acordar e começar efetivamente a perceber, que urgentemente alguma coisa tem de ser feita, para minimizar os atentados ao planeta.

08-01-2020 |

Cientificamente diz-se que tal é possível até ao ano de 2050, tenho muitas dúvidas, se qualquer ciência, consegue fazer tal previsão ou análise e acredito mesmo que a qualquer momento o planeta pode ficar inabitável.

Gostava de focar o exemplo dado por alguém e no qual me revejo, preocupado com o ambiente, que referiu “o planeta é como uma casa que quando começar a arder não existe espaço de refúgio para sobrevivência”.

Este exemplo aplica-se perfeitamente e é isso mesmo a que a humanidade está sujeita.

O “homem” não pretende que a população entre em pânico e tenta atenuar, invocando que ainda existe tempo suficiente para reverter a situação, apontando os próximos 50 anos.

A ganância do “homem” está a colocar a vida no planeta nos limites, podendo a mesma deixar de existir a qualquer momento. 

Mais grave ainda, quando cientificamente tanto se tem alertado para a gravidade da poluição no planeta e os riscos eminentes a que o mesmo está sujeito e se tem vindo a verificar, mas mesmo assim tudo rola normalmente, como nada se esteja a passar.

É ainda mais grave quando o planeta tem tudo para dar ao “homem” sem prejudicar o mesmo, mas a ganância e o dinheiro prevalece sobre tudo.

O “homem” não aprende com a natureza, que já demonstrou de várias formas, que o planeta pode reduzir, mas nunca deixará de existir. Já a vida no mesmo vai-se extinguir. Todas as ações intempéries, vulcânicas, tremores de terra a que assistimos, são as formas naturais de sobrevivência do planeta, de forma a rejuvenescer os vários gases que necessita para a sua existência, eles são o “oxigénio” do planeta…

O planeta tem cerca de sete mil biliões de habitantes, que estão a ser manobrados por uma dezena de “parasitas”. Os países mais ricos - a América, Alemanha, Rússia, Japão, China e India - cada um deles apenas quer vender o seu produto, não vendo nem querendo saber das consequências gravíssimas que daí advêm.

Sendo estes os países com grande expressão de emissões, não fazem a sua parte e acabam por exceder e bastante, o aumento de temperaturas em relação à época pré-industrial - abaixo de dois graus Celsius.

É uma desilusão para quem pense que um assunto da dimensão e complexidade das alterações climáticas se resolve a partir de acordos internacionais.

Deixo aqui um apelo, para que toda a humanidade mundial se levante e se oponha a que tais atentados ao planeta e à humanidade continuem. A tolerância deverá ser mesmo zero, ou seja, parar o mundo se for caso disso, não é difícil nem impensável, pois no dia em que ninguém sabe prever, “se a casa começar a arder” a vida da humanidade deixa de existir, mas o planeta continua…


Vítor Dinis


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