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Opinião
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Viva a vida!

Inicio este novo ano distribuindo todas as minhas energias e fazendo uma pergunta: por acaso já equacionou a bênção que é estar vivo? E também já pensou se o amor que dá é equivalente ao que recebe? Provavelmente só o fará a quando a vida colocar uma mão munida de um papel onde diz “pára”.

09-02-2019 | Dulce Horta

Dulce Horta
Dulce Horta

E às vezes, esse “pára” vem sob a forma de privação: doença, perda e inevitavelmente dor, coisas más…tudo por termos confundido a vida que levamos com a pessoa que somos!
É preciso mais gratidão, mais tolerância, menos violência, mais resiliência e humildade! Necessitamos de acreditar mais em nós, na vida e nas pessoas, arriscar mais e permitir-nos ir mais além sempre.
Recomeçar sempre que necessário, com todas aquelas coisas simples que hoje passam despercebidas aos nossos olhos, e aquelas que, por serem simples, são demasiadamente incríveis! Que não fechemos os olhos e as nossas almas, apenas porque o medo de acreditar em seguir adiante, e principalmente de arriscar prevaleça e que aprendamos a superar todas nossas fobias. Que isto sirva de motivação para nunca desistirmos.
Que a imobilidade seja extinta e que a mudança esteja sempre presente, e que sirva para crescermos e amadurecermos sempre, com amor próprio, aquele que sentimos assim que colocamos o pé para fora da cama, que faz o coração bater mais forte ao nos olhar no espelho, aquele que enche os nossos olhos com um brilho esplêndido ao pensarmos o quanto temos orgulho de sermos quem somos, aquele que jamais permite nos humilharmos por aqueles que não merecem sequer uma lágrima. Por favor, não se esqueça, é preciso mais amor, mais sentimentos puros, e pessoas puras…
E assim são muitas vezes as nossas vidas, cheias de tudo e vazias de nada. Vive-se mas não se vive!
Fomo-nos habituando a não saber viver vidas equilibradas. As causas e as paixões confundem-se num universo do qual perdemos a nossa identidade. E é neste contraste que vamos encontrando o equilíbrio pelo qual nos tem valido a pena viver. Mas o tempo passa, a vida escoa-se num estalar de dedos, a saúde fragiliza e rapidamente percebemos que não temos todo o tempo do mundo. Da alma explode um grito de súplica, para um mundo com mais amor…
E se aplicássemos o amor em doses diárias, compartilhando o respeito, solidariedade, generosidade, gestos de gentileza, e carinho? Porque se assim for surge a vontade quase agonizante de deixar ficar as guerrinhas, as invejas sem fundamento, as toxinas libertas na vida alheia, as palermices e as tolices para viver a vida intensa que nos completa, repleta de mais amor mas sem favor! Uma vida com sabor autêntico.
Riscos? Dificuldades? Desafios e problemas? Sempre coexistirão com a nossa frágil e ondulada existência, mas são eles que ditarão o colorido e a nossa verdadeira fibra. De que adianta viver se a vida não nos arrebata? E, felizmente como desconhecemos por quanto tempo estaremos por cá a escrever a nossa história, sugiro que vivamos com todos os nossos sentidos, apaixonadamente, e da mesma forma amemos; e, que cada linha deste capítulo, seja sinónimo de um folego arrebatador, que traduza vidas inebriantes, amores intensos, paixões e amizades profundas, sentimentos e entrega a causas nobres.
E porque não temos todo o tempo do mundo, sendo que pior do que morrer é não ter sequer vivido, então que se viva apaixonadamente, na certeza de que, se o fizermos, serão esses os momentos em que de facto estamos vivos, porque o único tempo que temos disponível, é o agora.
Por conseguinte, temos de parar de desperdiçar tempo das nossas vidas com lutas inglórias, distrações fúteis, materialismos, trabalhos que não nos fazem brilhar os olhos, vaidades obesas e, relações vazias…
Procuremos então o que nos enche a vida de sentido, e o que nos faz o coração vibrar, porque para sermos felizes precisamos sempre de o amor, para não termos muitas vezes as nossas vidas, cheias de tudo e vazias de nada.
E viva a vida!
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