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Sueca viaja à boleia de barco pela Europa

Sem levar dinheiro ou cartões, Frida Löfqvist, de 36 anos, deixou a Suécia há dez semanas. Está a viajar à boleia de barco pela Europa e passou na passada quinta-feira por S. Martinho do Porto.

08-11-2017 | Marlene Sousa

Frida Löfqvist, de 36 anos, adorou S. Martinho do Porto
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Frida Löfqvist, de 36 anos, adorou S. Martinho do Porto
O veleiro “Alexander von Humboldt II”, onde a sueca está neste momento a viajar, é alemão e ficou ao largo da baía de S. Martinho do Porto durante várias horas. Dos 30 tripulantes a bordo, 15 deslocaram-se numa pequena embarcação para visitar a vila.
Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, Frida Löfqvist, formada em engenharia informática, contou que deixou tudo para trás e decidiu viajar “à boleia de barco” pela Europa. Sem receio de andar no mar, disse que a aventura ainda vai a meio. “Com a minha mochila, saí de Estocolmo e parti à aventura e apanhei a primeira boleia para a Finlândia”, contou. Desde que saiu da Suécia, tem andado no oceano Atlântico, numa ampla rota com paragem na Polónia, Holanda, Alemanha e França.
Em Bremerhaven, uma cidade alemã no estado federal de Bremen, na margem esquerda da bacia do rio Weser, apanhou o veleiro alemão Alexander von Humboldt II até França e depois Portugal. Em território nacional eram para ter parado no porto de Lisboa, junto ao centro histórico e cultural da cidade, mas como não pediram autorização com antecedência não foram autorizados, pelo que o capitão do barco decidiu fazer uma paragem em São Martinho do Porto. Segundo Frida Löfqvist, foi uma agradável surpresa para os tripulantes, que adoraram conhecer a baía. “Gostei muito de S. Martinho e planeio voltar porque há muito para ver na costa”, disse a sueca.
Depois da paragem em S. Martinho do Porto seguiram para Espanha (Cádiz). Aí não sabe onde o destino a levará.
Frida Löfqvist está desempregada, e decidiu que precisava de quebrar a rotina habitual e explorar algo mais por “mim própria”, partilhou, revelando que optou por “viajar sem dinheiro não por necessidade financeira nem para provar que é possível viver sem dinheiro”. “Num mundo onde somos todos os dias bombardeadas com violência e terrorismo queria mostrar que confio no mundo, nas pessoas e na bondade”, sublinhou.
Nas dez semanas que anda à boleia garante que nunca passou fome e arranjou sempre boleia e um local para dormir. Tudo tem seguido ao ritmo da boa vontade e hospitalidade das pessoas que tem encontrado nos portos. “Tenho conhecido culturas diferentes e histórias para contar não faltam”, sublinhou.
A aventura no mar é um sonho antigo até porque tirou o curso de marinheiro e o de patrão local, e quem sabe “até arranjar emprego numa embarcação”. “Tudo tem um sentido, uma razão de ser”, afirmou, sublinhando “a importância de quebrar a rotina e viver os sonhos, mesmo que tenha que deixar a família por algumas semanas”. Admite que esta aventura foi apenas o primeiro passo para muitas outras andanças à vela.
Pretende conhecer a diversidade dos países, povos e culturas e contá-las no seu blogue em língua sueca.
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