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Simulacro na escola testa capacidade de reação

Foi realizado na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, na passada quinta-feira, um simulacro de incêndio, que permitiu testar os procedimentos da comunidade escolar e dos agentes que prestam socorro.

09-05-2018 | Francisco Gomes (texto) I Tomás Coutinho/Diana Carvalho (fotos)

Incêndio no laboratório provocou feridos
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Incêndio no laboratório provocou feridos
Um curto-circuito motivou um violento incêndio no laboratório de ciências, onde alunos estavam a ter aulas. Soou o alarme interno e bombeiros, INEM e PSP foram alertados, tendo sido ativado o plano de emergência.
Quem estava no edifício da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro saiu para pontos de encontro definidos no exterior, ali permanecendo enquanto o socorro era prestado. Três alunos sofreram queimaduras, dois deles graves. Tudo encenado, mas que serviu para testar comportamentos.
O Serviço Municipal de Proteção Civil das Caldas da Rainha dinamizou esta atividade para criar uma “cultura de segurança” na escola.
Antes de efetuar este simulacro, a Proteção Civil preparou o evento com alguns meses de antecedência. Primeiro realizou várias ações formativas a cerca de 250 alunos, professores e funcionários, que compõem as equipas de primeira intervenção e de estrutura interna de segurança, responsáveis pelo corte de energia, evacuação e primeiros socorros.
No final foi feito um briefing de avaliação do simulacro, onde participaram elementos ligados às operações de socorro e observadores externos onde foram apontados os aspetos positivos e negativos encontrados. Apesar da generalidade o exercício ter “corrido dentro do previsível, o que interessa é corra bem num caso real”, manifestou Gui Caldas, delegado da proteção civil.
A melhorar estão situações como locais de ponto de encontro dos alunos não deverem estar tão próximos dos veículos de combate de incêndios, falta de colete de identificação do delegado de segurança da escola, alguma limitação na entrada das viaturas de emergência pelo portão principal da escola devido ao estacionamento de motociclos, o que poderá corrigido alguns metros, o facto de duas alunas terem conseguido entrar na escola quando o acesso estava vedado, o som do alarme não se ouvir em algumas zonas da escola, nomeadamente nas oficinas, entre outros pormenores.
Foi um simulacro com aviso prévio, mas que encontrou inesperadamente um grupo de professores estrangeiros que estava de visita à escola mas que rapidamente se integrou no espírito da operação.
Participaram na ação cerca de mil alunos, que no final aplaudiram o simulacro, percebendo que um dia lhes poderá ser útil.
O aluno Pedro Francisco considerou que “é muito importante termos uma ação de perto, para sabermos o que fazer num caso de emergência real”.
Outra aluna, Inês Carvalho, disse que “estas ações servem para sensibilizar os alunos e dão-nos uma experiência diferente porque este simulacro foi muito próximo do real e tenho a certeza que agora vamos todos falar sobre isso”.
Maria do Céu, diretora do Agrupamento Bordalo Pinheiro, revelou que estão previstas mais ações do género noutras escolas do agrupamento.
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