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Secretário de estado anuncia Unidade de Cuidados Intensivos no hospital das Caldas

Na deslocação à unidade das Caldas da Rainha do Centro Hospitalar do Oeste, na passada sexta-feira, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales, agradeceu aos profissionais de saúde o sacrifício no combate à pandemia e anunciou a criação de uma Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) repartida pelos hospitais das Caldas da Rainha e de Torres Vedras, com doze camas de internamento para dar resposta a um universo potencial de cerca de 300 mil utentes, aliviando os hospitais de Lisboa para onde eram encaminhados.

04-05-2021 | Francisco Gomes

Lacerda Sales em contacto com os profissionais de saúde do hospital das Caldas
Lacerda Sales em contacto com os profissionais de saúde do hospital das Caldas
Sem se comprometer com datas para a sua concretização, o secretário de Estado admitiu que a UCI "foi uma das muitas necessidades que a pandemia evidenciou".
Revelou também que a construção de um novo hospital na região Oeste está em estudo. “A decisão é técnica e precisa de ser consolidada. É uma necessidade, haverá vontade política, mas vamos deixar evoluir os estudos técnicos”, manifestou o membro do governo.
Em Peniche, como medida importante na área da saúde mental, confirmou a criação de uma unidade de psiquiatria com quinze camas, com capacidade de ampliação para 25. A recuperação da fachada do hospital e retirada do telhado de amianto são outros investimentos que irão avançar, indicou.
O secretário de estado Adjunto e da Saúde admitiu entretanto a existência de alguns problemas no auto-agendamento de vacinas, alteração dos locais e horários de vacinação e erros de comunicação nos pedidos de confirmação. Lacerda Sales considera, no entanto, que em geral, o processo tem sido bem conduzido e que tem merecido a confiança dos portugueses, e que apesar das falhas o sucesso não tem sido comprometido, fazendo notar que o êxito é confirmado pela opinião pública e demonstrado pela vontade da população em ser vacinada.
A Comissão Cívica de Utentes do Centro Hospitalar do Oeste fez chegar uma missiva ao governante, para entregar à ministra da saúde, onde se lê que “há cerca de um ano solicitámos uma audiência e até à data a mesma ainda não foi designada”.
“Em virtude do distanciamento para com a comissão, só nos resta uma solução, demitirmo-nos, afinal, a nossa intervenção cívica e de cidadania não está a ser minimamente reconhecida”, lamenta.
Na carta é reclamada a “instalação urgente de uma UCI para o Oeste” e pedidos “investimentos nas várias unidades do Centro Hospitalar do Oeste, em termos de infra-estruturas, aquisição de mais equipamentos e substituição de outros, que estão obsoletos”.
É igualmente pedido que se acelere a construção do Novo Hospital do Oeste.
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