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Caldas / Política
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Sara Velez eleita presidente do PS das Caldas da Rainha

Sara Velez foi eleita presidente da comissão política concelhia do PS das Caldas da Rainha nos próximos dois anos. A votação realizada na passada sexta-feira ditou a vitória da Lista A, encabeçada pela deputada na Assembleia da República.

05-02-2020 | Francisco Gomes

Sara Velez é deputada na Assembleia da República
Sara Velez é deputada na Assembleia da República

A candidata recolheu 54 votos, enquanto que a sua opositora na Lista B, a jurista Isabel Alves Pinto, obteve 27 votos. Houve ainda dois votos nulos. Dos 90 militantes inscritos, votaram 83.
“Obrigada pela confiança. Tudo farei para estar à altura das vossas expetativas. Vamos a partir de agora, todos juntos, vencer o futuro”, transmitiu Sara Velez, numa mensagem dirigida aos militantes.
Foi ainda eleita a inédita estrutura Concelhia das Mulheres Socialistas-Igualdade e Direitos, liderada por Vânia Almeida.
Isabel Alves Pinto manifestou na altura intenção de impugnar a votação. Revelou entretanto que acabou por decidir não o fazer, apesar dos elementos da sua equipa se terem sentido “boicotados” e, no seu entender, existirem “motivos passíveis de fundamentar uma impugnação”.
“Desde que decidimos avançar com esta candidatura que quisemos deixar claro que não se tratava apenas de ganhar ou perder eleições. O que quisemos mostrar é que a política, se pretende alterar a sua má imagem e ser aceite pela comunidade, tem de ser transparente, franca e generosa. Tem de deixar de lado o caciquismo, os jogos de interesses e os esquemas freáticos. E é por isso mesmo que pensámos seriamente, ao longo de todo o processo tendente às eleições concelhias, impugnar as mesmas”, declarou.
“A equipa manifestou opiniões diferentes: Por um lado, os que defendiam (onde eu me incluo, bem como os históricos do partido) que se tratava de questões de princípio e que devíamos impugnar. Por outro, os que apresentaram uma visão mais prática (sobretudo os mais jovens), referindo que tal impugnação acabaria por se voltar contra nós, pois, os nossos adversários iriam usar o estratagema que lhes é habitual: Fazerem-se passar por vítimas”, descreveu Isabel Alves Pinto.
Quanto aos motivos da impugnação, justificou que “como decidimos não avançar com a mesma, não vou publicamente fazer-lhes referência. Adianto apenas que, no dia 16 de janeiro, enviei uma exposição, relatando os factos objeto de descontentamento (suscetíveis de fundamentar uma eventual impugnação), para o Gabinete de Organização de Dados e para o Gabinete do Secretário Geral Adjunto, dr. José Luís Carneiro”.
“Fomos muito criticados pelos que preferiram inventar boatos sobre alguns elementos da nossa Lista B, com o propósito de lhes denegrir a imagem. Existem vários indícios de que foi preenchido, por várias vezes, o crime de difamação e injúria, pelo que vamos avaliar se iremos avançar para os tribunais”, adiantou.
José Ribeiro, que vai deixar as funções de presidente da concelhia e é apoiante de Sara Velez, esclareceu que “apresentaram-se ao ato alguns militantes que na verdade não podiam votar, por uma razão muito simples: não constavam do caderno eleitoral”.
“Qualquer lista concorrente à presidência da concelhia tem a obrigação básica de conhecer o regulamento eleitoral, que é um documento público disponível no site do PS. É ainda obrigação, ética e política, das listas informarem os seus apoiantes se reúnem ou não as condições para poderem votar (condições claramente definidas no regulamento eleitoral). As listas tiveram acesso ao caderno eleitoral dez dias antes das eleições, como manda o já referido regulamento, tendo então oportunidade para reclamar de alguma situação. Desta forma, os elementos da mesa, à semelhança de qualquer outro ato eleitoral, não poderiam deixar votar quem não constava do caderno eleitoral”, justificou.
“Não há por isso, no meu entender, absolutamente nada que possa por em causa os resultados. No entanto, as listas são livres de apresentarem objeções, avaliadas pela presidente da mesa e podem ainda recorrer à Comissão de Jurisdição da Federação”, referiu José Ribeiro.
Entretanto, no dia 3 de fevereiro, o secretariado da federação distrital validou as eleições para as concelhias do distrito de Leiria e marcou do dia das eleições para a presidência da Federação, delegados ao Congresso e Mulheres Socialistas (13 de março), o dia do congresso (4 de abril) e definiu o número total de delegados ao congresso.
Na comissão política distrital realizada após a reunião do secretariado distrital, foi eleita a Comissão Organizadora do Congresso com Raul Testa (presidente), Diana Pais, Paulo Vicente, Célia Afra, Rogério Guerra, Luís Polido e Delfim Azevedo.
Quanto às eleições nos restantes concelhos do distrito de Leiria, venceram António Domingues (Ansião), Rui Alexandre (Alcobaça), Augusto Neves (Batalha), Ricardo Fernandes (Bombarral), António Antunes (Castanheira de Pera), Marta Brás (Figueiró dos Vinhos), Gonçalo Lopes (Leiria), Nelson Araújo (Marinha Grande), Manuel Sequeira (Nazaré), Ana Sousa (Óbidos), Nelson Fernandes (Pedrógão Grande), Ângelo Marques (Peniche), Odete Alves (Pombal) e David Salgueiro (Porto de Mós).

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