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Caldas / Política
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Recolha do lixo na cidade foi afetada

“Uma acumulação de lixo anormal – dentro e fora dos contentores” na cidade das Caldas da Rainha, foi denunciada pela deputada Joana Agostinho, do PS, na última reunião da Assembleia Municipal.

06-02-2019 |

“Deve-se esta ocorrência às condições dos veículos de recolha do lixo manifestada pelos próprios trabalhadores deste serviço, por constarem cinco veículos de recolha de lixo avariados, dos quais quais estão imobilizados. Fazendo as contas: num total de seis veículos de recolha do lixo existentes, deixaram avariar cinco – com um destes a trabalhar em condições de segurança questionáveis”, manifestou.
A deputada lembrou que anteriormente os socialistas já haviam apontado que não estava a ser assegurada a manutenção regular dos carros do lixo. “Resta-me a esperança de outros assuntos referidos, como a falta de fardamentos e de botas e a necessidade de limpeza mais regular da zona de duches [das instalações dos serviços municipalizados] já estejam a ser tratados”, comentou Joana Agostinho.
Também o deputado do CDS-PP, Manuel Isaac, falou da falta de máquinas para garantir a limpeza e deixou um repto aos deputados para visitarem as instalações das oficinas da Câmara.
O presidente da Câmara, Tinta Ferreira, admitiu que “houve alguns dias em que a recolha do lixo foi afetada”, adiantando que a Câmara está a fazer concursos de consulta prévia para convidar empresas para a reparação dos camiões.
Joana Agostinho abordou também a rotunda que está a ser construída na estrada de Tornada, no cruzamento junto ao restaurante Os Queridos. “Há muito que é esperada. Esta é vista como uma solução para aumentar a segurança rodoviária daquele cruzamento que tem um grande fluxo de trânsito. O caso gera alguma impaciência, quer dos habitantes do Coto quer dos do Campo, que reclamam do tempo e condições de demora das obras. Está a ser construída com o objetivo de aumentar a segurança rodoviária daquele cruzamento que tem um grande fluxo de trânsito, mas neste momento não priva pela segurança. Após o começo das obras deparámo-nos com carros partidos nas primeiras horas e agora o que temos é uma obra parada há semanas, gostaríamos de saber porquê?”, questionou.
Tinta Ferreira respondeu que a obra “está ligeiramente atrasada, mas não esteve parada”, explicando que “não se trata de uma intervenção fácil, porque pedimos que não cortassem a estrada”.
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