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Escolhas do Editor, Caldas / Sociedade, Caldas da Rainha
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Pico alto de doentes causa horas de espera no serviço de urgência do Hospital das Caldas

Utentes queixam-se que o serviço de urgência da unidade de Caldas da Rainha do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) tem estado a funcionar em regra com uma grande espera para serem atendidos. A falta de espaço nas instalações e o reduzido número de médicos e enfermeiros agravaram o problema. Uma dos doentes disse ao JORNAL DAS CALDAS, que “cheia de dores, com pulseira amarela, esperei cerca de quatro horas para ser atendida”.

17-12-2013 | Marlene Sousa

Carlos Sá, administrador do CHO, diz que a reorganização do serviço de urgência é prioritária
Carlos Sá, administrador do CHO, diz que a reorganização do serviço de urgência é prioritária
Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, Carlos Sá, administrador do CHO, disse que “este ano está haver um aumento significativo de vindas à urgência mais cedo do que normalmente acontece nesta altura, talvez pela vaga de frio”.
Revelou que já se reuniu com o diretor de serviço e de urgência e que “estamos ajustar as equipas às necessidades” e a “tentar inventar um solução que permita resolver este problema”. Segundo Carlos Sá, “para além do aumento de doentes à urgência, as pessoas vêm mais descompensadas e a demora média para atender esse doente é maior”.
Carlos Sá alegou que esta situação caótica nas urgências do CHO está acontecer em todo o país. “Tenho estado em contato com todas as urgências do país e verifiquei que os hospitais de Santa Maria, Vila Franca e Francisco Xavier estavam precisamente a reportar a mesma coisa”, apontou.
Este responsável revelou ainda que no hospital das Caldas tem havido casos de famílias que não levam os doentes (idosos) para casa.
Quanto à falta de espaço no serviço de urgência do hospital das Caldas, o administrador do CHO sublinhou que é uma valência que a partir de agora vai ser prioritária. “Temos estado a fazer a reorganização do hospital, ainda não chegámos à urgência porque envolve um investimento muito grande”, disse, acrescentando que o principal problema deste serviço “é que ele foi pensado de uma maneira não muito correta do circuito do doente. Por um lado tem espaços demasiados grandes em áreas que não são necessárias, e espaços mais pequenos em áreas onde seria necessário mais espaço”.

Marlene Sousa
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