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Pai e madrasta de Valentina acusados de homicídio qualificado

O Ministério Público concluiu a investigação à morte de Valentina, menina de nove anos assassinada em Atouguia da Baleia, Peniche, a 6 de maio, e acusa o pai e a madrasta da criança dos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver e simulação de sinais de perigo.

10-11-2020 |

O funeral da menina realizou-se no Bombarral, onde vivia com a mãe
O funeral da menina realizou-se no Bombarral, onde vivia com a mãe
O despacho de acusação foi enviado na segunda-feira pelo Ministério Público para o juiz de Instrução do Tribunal de Leiria.
Sandro Bernardo, de 32 anos, e Márcia Bernardo, de 38 anos, foram detidos a 10 de maio, suspeitos de terem matado a criança, quando estava a passar algumas semanas na habitação do casal, no Bairro do Capitão, em Atouguia da Baleia. Habitualmente a menina vivia com a mãe, no Bombarral.
Alegando que a menina não queria contar-lhe se tinha sido vítima de abusos por um amigo da mãe ou por colegas de escola, o que a autópsia não revelou, o pai, na banheira da casa de banho, usou o chuveiro para deitar água quente sobre o corpo dela, tentando de seguida asfixiá-la e dando-lhe abanões violentos que lhe provocaram uma hemorragia interna. Tudo isto aconteceu com a madrasta a assistir e sem nada fazer para parar as agressões.
A menina ficou em agonia no sofá da sala e ali permaneceu até à noite. Durante esse período o filho de Márcia, de 12 anos, ligou para a mãe a pedir ajuda quando viu Valentina a espumar da boca e com convulsões. A criança nunca mais acordou e quando o pai e a madrasta chegaram a casa, após idas ao café, à lavandaria e às compras, já a encontraram morta.
Decidiram então abandonar o corpo num eucaliptal, a alguns quilómetros de distância, na Serra d’El Rei e nos dias que se seguiram o casal simulou o desaparecimento de Valentina, motivando buscas para encontrá-la, envolvendo centenas de elementos da GNR, Bombeiros, Proteção Civil e populares.
O testemunho do filho de Márcia acabou por ser a chave que desmascarou o fingimento e o casal confessou onde deixou o corpo, encontrado no dia 10 de maio.
Pai e madrasta encontram-se em prisão preventiva.
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