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Opinião
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Os maus cheiros na Lagoa de Óbidos

A Comissão Cívica de Protecção das Linhas de Água e Ambiente reuniu com o senhor presidente da Câmara das Caldas, no dia 23 de setembro, a quem foram manifestadas, mais uma vez, todas as nossas preocupações.

02-10-2020 | Comissão Cívica de Protecção das Linhas de Água e Ambiente

O senhor presidente, como sempre, mostrou-se bastante preocupado e, atendendo às contradições existentes entre a Comissão, a Águas do Tejo Atlântico e os Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento das Caldas da Rainha, tomou a iniciativa de marcar uma visita à Lagoa de Óbidos com todos os envolvidos.
No dia 25 de setembro, pelas 11 horas, estiveram presentes, junto à Lagoa de Óbidos, a Comissão de Ambiente, representada por Vitor Diniz, a Águas do Tejo Atlântico, representada pelo engenheiro Pedro Henninger, e os Serviços Municipalizados, através da engenheira Rute Henriques.
Uma vez no local, a Comissão começou por solicitar aos presentes que lhe fosse entregue algas com o cheiro nauseabundo, conforme defendem ser esse um dos principais motivos do mau cheiro. Na opinião da Comissão, não conseguiram comprovar, uma vez que as algas dentro ou fora da água, não apresentavam qualquer mau cheiro.
Referiram que seria da areia preta existente por baixo das mesmas. A Comissão verificou a existência de areia preta, que aparentava estar podre, mas não apresentava um cheiro que fosse minimamente insuportável, muito menos nauseabundo.
A Comissão questionou o facto da existência de espuma, se seria da poluição. Referiram que a mesma não era de poluição, mas sim, provocada pelo vento marítimo. Em resumo, na opinião dos responsáveis, o mau cheiro deve-se à existência de algas, com o excesso de calor, falta de renovação e oxigenação das águas.
A Comissão tem outra opinião, discorda quase na totalidade da opinião dos responsáveis: por um lado não existem algas todo o ano e o cheiro, umas vezes mais ou menos intenso, existe quase todos os dias. Por outro lado, os responsáveis não conseguiram apresentar algas com o dito cheiro nauseabundo. Quanto à falta de oxigenação e renovação de água, essa situação verifica-se, mas não é a causa dos maus cheiros existentes quase todos os dias na Lagoa.
Curiosamente, a partir da altura que esta Comissão se começou a movimentar, os maus cheiros desapareceram e a cor da água da Lagoa normalizou.
Só resta à Comissão deixar aqui um desafio a todos: Façam vocês próprios a experiência, apanhem algas juntas à Lagoa e verifiquem se têm mau cheiro.
A Comissão aproveita para deixar aqui um apelo a todos, para que continuem a colaborar connosco, a prestar todas as informações.
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