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Caldas / Sociedade, Caldas da Rainha
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“Opin” - nova clínica de psiquiatria e saúde mental nas Caldas

Paula Carvalho, psiquiatra do Hospital das Caldas há cerca de 20 anos e que pediu a sua exoneração da administração pública deixando esta unidade de saúde no final do ano passado, abriu nas Caldas a clínica Opin - de psiquiatria e saúde mental, que nasceu do nome de “Opiniões Infinitas”.

05-05-2015 | Marlene Sousa

Paula Carvalho, ex-psiquiatra do Hospital das Caldas, abriu a clínica Opin
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Paula Carvalho, ex-psiquiatra do Hospital das Caldas, abriu a clínica Opin
A inauguração decorreu no passado dia 30 e contou com a presença de amigos, familiares e profissionais de saúde. A clínica “Opin”, situada na Rua do Parque, n.º 23, 3º, Sala R (junto à Praça da Fruta), tem uma sala de receção e três gabinetes com uma decoração moderna e acolhedora. O espaço está preparado para receber pessoas de mobilidade reduzida.
É um projeto pioneiro onde o modelo de funcionamento assenta no trabalho em equipa multidisciplinar. Deste modo, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde, trabalham em articulação e complementaridade, de modo a obter os melhores resultados.
Paula Carvalho, diretora clínica da Opin, salienta que a abertura do espaço surge da vontade de dar continuidade ao conceito que defende e que já praticava no público, que é o “trabalho de equipa”. “A nossa ideia não é só partilhar o mesmo espaço físico e mandarmos doentes uns aos outros. Nós temos reuniões de supervisão e de discussão de casos”, afirmou a responsável.
O objetivo é fazer uma medicina de ligação em que o doente seja visto por várias pessoas e que “seja discutido e que a perspetiva de intervenção seja integrada e não seja fragmentada, e nesse sentido achamos que é uma mais-valia”, explicou Paula Carvalho, acrescentando que “não há um espaço destes nas Caldas e achámos que seria importante avançarmos”.
Dentro da psiquiatria e da psicologia a clinica tem intervenções na área de fobias, distúrbios de ansiedade, stress pós traumático, psicogeriatria, distúrbios de comportamento alimentar, pânico, neuropsicológicas entre outros. Acupuntura, formação e coaching são outras ofertas desta clinica. O objetivo é estabelecer parcerias com a consulta de gastroenterologia,  dermatologia e otorrino.
A utilização da realidade virtual aplicada na saúde mental para ajudar pessoas que sofrem de stress pós-traumático e de fobias e também para a psicogeriatria faz parte do projeto desta clínica. “Temos óculos de realidade virtual, onde podemos criar cenários colocando os pacientes a enfrentar seus traumas ou como por exemplo, há programas para o medo das alturas ou de aranhas e de andar de avião”, explicou a psiquiatra.
Paula Carvalho adiantou que vão também usar os óculos para a psicogeriatria. “Há programas em que a pessoa tem que escolher a roupa que vai vestir de manhã, tem que ir ao supermercado e nós conseguimos perceber se consegue ainda fazer as suas atividade de vida diária corretamente e isto tem uma validade quer em termos de avaliação quer em termos de reabilitação”, referiu. “Pode-se fazer um treino utilizando este contexto virtual para não perder capacidades. Estamos a falar nas situações de demência que cada vez são mais e que é preciso fazer o trabalho de reabilitação”, adiantou, a diretora clínica.
Este projeto é um sonho antigo de Paula Carvalho, em que cada consulta tem a duração de uma hora, não prescindindo do tempo com os pacientes. “No fundo o público serviu de laboratório. Aquilo que estamos a fazer aqui é qualquer coisa que sabemos que funciona que não sai mais caro, antes pelo contrário, tem um valor terapêutico muito maior”, sublinhou a psiquiatra.
O fato da clínica estar situada junto à Praça da Fruta é uma mais-valia para Paula Carvalho, porque o projeto passa também por complementar algumas terapias no exterior como na praça ou no Parque D. Carlos I.
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