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Caldas / Política
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Oficina Criativa Tecnológica com reservas de vereadores

Luís Patacho e Jaime Neto, vereadores do Partido Socialista na Câmara das Caldas, saúdam a iniciativa da empresa Ismael Rodrigues Lda de construção de um edifício destinado a implementar uma ‘Oficina Criativa Tecnológica: Laboratório de fabricação e experimentação digital e tecnológica’, na Avenida Engº Luís Paiva e Sousa (entre a rotunda do Cencal e a rotunda da Fonte Luminosa), contudo, consideram que “a opção da maioria PSD instalada no executivo camarário pelo modelo de lotes individualizados não favorece a implementação”.

04-03-2020 |

Para além disso, os socialistas sublinham que a operação de loteamento será num terreno “num estado lastimável de abandono camarário ao longo dos últimos nove anos, tendo-se implantado apenas os lancis e candeeiros de iluminação pública mas permanecendo sem arruamentos nem passeios, cheio de erva e entulho”.

Os autarcas do PS entendem também que este modelo de pólo tecnológico, com lotes e edifícios individualizados “é o contrário de todos os modelos de boas práticas e exemplos de sucesso de outras cidades em diferentes regiões e países, baseados num modelo de edifício único com espaços e serviços de partilha potenciadores de sinergias sociais e criativas”.

“Esta localização não é adequada do ponto de vista funcional, porque o pólo tecnológico das Caldas da Rainha deveria estar implantado junto da zona industrial, de forma a prestar serviços tecnológicos de valor acrescentado junto das empresas produtoras de bens industriais, nomeadamente nas áreas do ‘design’ e da gestão logística”, sustentam.

Acrescentam que “a implantação e desenho urbano desta operação de loteamento inviabiliza no futuro a desejável ligação urbanística alternativa entre o Bairro dos Arneiros e o Bairro da Ponte, que pode e deve ser possível através da construção de uma rotunda sensivelmente a meio da Avenida Luís Paiva e Sousa no sítio em que esta encurva e através de um novo arruamento atravessando o terreno deste loteamento e continuando em direção à Rua Manuel de Matos e Sousa”.

Os socialistas abstiveram-se na aprovação da aquisição de um lote para a construção. 
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