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Educação
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O JORNAL DAS CALDAS falou com alguns alunos das escolas das Caldas sobre o seu professor ideal

Se perguntarmos a um estudante quais foram os professores que mais o marcaram, provavelmente não haveria muita demora para que alguém viesse à memória. De um bom professor ninguém se esquece.

31-05-2017 | Bárbara Pitau / Catarina Martins / Lídia Martins / Tcheva Mengucci

Rita Carreira
[+] Fotos
Rita Carreira
Ândria Carvalho
17 anos
12º ano do curso de Línguas e Humanidades
Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

É um professor que não nos limita nas aulas, que nos deixa falar à vontade, que interage com os alunos, que não vá lá para a frente falar e falar e nos impeça de esclarecer quando temos alguma dúvida para expor. É um professor dinâmico, que utiliza não só o método tradicional de ensino mas como as inovações tecnológicas que temos ao nosso dispor.

Bernardo Moldes
17 anos
10º ano do curso de Audiovisuais
Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

É um professor que ajude um aluno em qualquer circunstância, seja na vida escolar ou na sua vida pessoal, porque os professores acabam por ser nossos “pais”, no meu ponto de vista, acabam por nos dar educação, ensinam-nos, formam-nos para o futuro, mas também temos professores maus, há professores que não têm as certas características que é preciso. Sempre achei que os professores eram meus inimigos, também não fui um aluno muito exemplar, faltava algumas aulas mas acho que tive essa ideia de professor ideal quando vim para esta escola, quando um professor de Educação Física, sempre super humilde e simpático (Sebastião) me perguntou se eu queria ir a casa dele pintar uma parede do quarto do filho que ia nascer, e a partir daí tive uma grande relação de amizade. Nós, alunos, esquecemo-nos que os professores não vivem só na escola, também têm os seus problemas, daí às vezes eles também serem um bocado maus para nós.

João Vilaça
17 anos
10º ano do curso Técnico de Multimédia
Escola Técnica Empresarial do Oeste

É um professor que nos ajude quando precisamos e que nos apoie.
As aulas deveriam ser mais interativas, porque ser só o professor a dar a matéria fica um bocado cansativo.


Rita Zenário
21 anos
12º ano do curso Técnica Auxiliar de Saúde
Escola Técnica Empresarial do Oeste

É um professor que nos motive nas aulas e nos tente ajudar ao máximo. Acho que isso é o essencial. Que não seja uma pessoa que esteja sempre a falar de maneira secante. As aulas deviam ser dinâmicas, para que todos consigam compreender e ficarem motivados.


Rita Carreira
17 anos
10º ano do curso Técnico de Multimédia
Escola Técnica Empresarial do Oeste

É um professor que não meta muita pressão, não seja muito chato e compreenda o lado dos alunos.
As aulas poderiam ser mais interativas se não fossem só para despejar matéria.

Rui Martins
16 anos
8º ano
Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

É um professor que não mande muitos trabalhos de casa, não ralhe muito, deixe sair mais cedo e que saiba ensinar.Já tive uma professora que era magnífica. Gostava que as aulas que fossem mais interativas, que usassem as novas tecnologias.
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COMENTÁRIOS
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carlos16-08-2017 às 10:40
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Com todo o respeito que me merecem as opiniões alheias gostaria de exprimir a minha própria opinião sobre os alunos. Considero que a vida pessoal de um professor não tem relevância. O que interessa é a sua vida profissional, enquanto docente no seu local de trabalho. Todos têm direito à sua privacidade, bem merecida aliás no caso de um professor que leva para casa muito da turbulência com que lida nas salas de aula devido à indisciplina dos alunos. É próprio da juventude ser rebelde mas nunca como hoje se viu desrespeito e desconsideração, insultos e mesmo agressões a professores. Nada o justifica, os professores não podem ser "sacos de pancada" à mão ou a jeito para os jovens descarregarem seus problemas e frustrações, nem os professores são seus pais, são simplesmente profissionais a quem o Estado paga para cumprir programas de estudo, nem sequer é para dar educação pois essa é tarefa dos pais e dos mesmos alunos, na parte em que consentem para si mesmos a educação que desejam ter. Um professor deve ser isento e imparcial e é coisa que nunca faria ter relacionamentos privados com alunos/as. As suspeitas de falta de imparcialidade são muito fáceis de acontecer pelos mais ínfimos motivos, pelo que a palavra que impera é "distância" saudável para a função que se desempenha. Um professor bom não é o professor "porreiro" que abre exceções às regras (a maioria aprovadas na Assembleia da República, lei geral que a lei interna da Escola deve respeitar) como deixar os alunos sair antes do toque de saída. Se somarmos esses 5 ou 10 minutos durante 200 ou 300 aulas logo se vê a diferença à saída entre alunos. Aliás é essa uma forma dos professores começarem a perder sua autoridade e de exceção em exceção, um belo da estão a dar aulas no pátio da Escola ou quem sabe no quarto do seu filho e já agora porque não na piscina! Por isso há regras rígidas que devem ser cumpridas. Quanto ao cansaço nas salas de aula, faz parte algum "sacrifício" no acto de ensino aprendizagem, para ambos, professores e alunos. mas nada se faz sem sacrifício, que até ajuda a manter a disciplina e a dar valor aos tempos livres e ao lazer. Querer divertir-se na sala e aula ou que seja tudo agradável e por isso perturbar e reclamar prejudicando o trabalho do professor não corresponde a um perfil adequado nem desejável de um aluno. Quanto aos métodos de trabalho do professor, o professor é que sabe. Quantas vezes é preferível a simples leitura de um texto para incentivar a imaginação e o raciocínio. A imagem em movimento nem sempre é o melhor método. Quanto à interação pergunto-me se haverá ainda alunos que peçam licença para intervir ou que de facto, sinceramente queiram mesmo intervir e colaborar na aula. Quantas vezes estão ligados ao facebook e comunicam uns com os outros (só o facto de estarem contactáveis!). Os alunos passam certas horas na Escola, faço votos para que façam do trabalho escolar, verdadeiro trabalho escolar e dos tempos livres, tempos livres e não misturem as coisas, sala de aula não é local de divertimento seja no sentido em que tem de ser tudo divertido ( senão não presta!) ou relaxado, em que se pode fazer tudo o que apetece no momento. Além disso respeitem mais os professores que são pessoas sensíveis como as demais e duvido que haja profissão mais extenuante e stressante pois lidar com 100 ou 150 pessoas complexas e ainda ter de contentar cada uma delas não é fácil e quantas vezes o professor vai para sua casa e não desliga facilmente. Se a Escola fosse "cada cabeça sua sentença" seria o caos, tem de haver regras e disciplina e sobretudo autoridade e consideração (já nem sequer falo em estima) Boas férias!
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