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Caldas / Cultura
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Memórias cinematográficas em exposição no Museu do Ciclismo

Panfletos e cartazes de filmes, onde não faltam os cómicos “Bucha e Estica” e “Charlie Chaplin”, bem como antigas máquinas de cinema constituem a exposição “O Cinema no Mundo do Espetáculo e na Coleção de Mário Lino”, que foi inaugurada na passada quinta-feira, dia 2 de julho, no Museu do Ciclismo. Esta exposição, que apresenta “60 anos de uma coleção”, pretende ser uma “fábrica de memórias de cinema no país, e com certeza nas Caldas da Rainha”.

08-07-2020 | Mariana Martinho

Pela sala de exposições encontram-se novamente dispostos diversos painéis, dos quais constam imagens e programas de espetáculo das míticas salas cinematográficas nas Caldas da Rainha, como o Salão Ibéria, no Parque D. Carlos I, e o Teatro Pinheiro Chagas, na Praça 5 de outubro. Fazem ainda parte inúmeros panfletos e folhetos de filmes, cartazes de grande dimensão de produções, fotografias dos edifícios e dos espetadores, e outros fragmentos deste “passado glorioso das salas do cineteatro Pinheiro Chagas e do Salão Ibéria”, como as cadeiras dos cinemas e até fitas de filmes.
Além da referência as estas duas salas de cinema históricas da cidade, a mostra conta ainda com diversas máquinas cinematográficas antigas, núcleos dedicados as “histórias clássicas que foram para o ecrã”, como a “Branca de Neve e os sete anões”, a ”Gata Borralheira” e o “Pica-Pau”, e uma homenagem à “grande atriz Cremilda Gil”, nascida nas Caldas da Rainha. Todo esse espólio faz parte de uma coleção, que o diretor do Museu do Ciclismo, Mário Lino começou a juntar com os seus 12 anos de idade, “muito antes do ciclismo”, e que agora está em exibição.
Esta mostra, segundo Mário Lino, “vem na continuidade da primeira exposição de cinema que fiz no Museu do Hospital há vinte e três anos, com base nos panfletos que tinha do Pinheiro Chagas”. A partir desse momento confessou que “redobrou atenção à procura de material relacionado com os princípios do cinema nas Caldas, onde todas as bobines se desenrolavam à volta do Largo da Copa, que era tal como hoje, o centro cívico de excelência”.
“Hoje passados vinte e três anos decidi expor novamente a coleção, que tenho conseguida ao longo de 60 anos, com mais de 1600 documentos”, frisou o diretor do museu, adiantado que a mostra comporta apenas uma pequena parte da totalidade do património. Destacou ainda a hipótese de doar o espólio à autarquia, caso “haja algum acordo ou um protocolo”, de modo, a “estabelecer regras para a preservação do material”.
A exposição, que está patente até ao final do ano no museu, também estará à disposição dos estudantes da Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD), ligados à área do cinema, de modo, “a despertar novas ideias”.
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