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Caldas / Cultura
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Margarida Cruz apresentou o seu quinto livro de poesia

Depois de publicar quatro livros de poesia, Margarida Cruz, que tem como pseudónimo Inês Benedita, apresentou no passado sábado, dia 4 de julho, no auditório da Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha, a sua quinta obra, intitulada “O Relógio vai Nu”. Lançado pela Editora Modocromia, o livro integra cinco secções com diversos poemas da autoria da poetisa.

08-07-2020 | Mariana Martinho

A apresentação de “O Relógio vai Nu” contou com a presença de trinta pessoas
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A apresentação de “O Relógio vai Nu” contou com a presença de trinta pessoas
A autora, que é licenciada em medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa e que vive em Caldas da Rainha, desde muito cedo começou a escrever poesia, tendo já lançado quatro livros com os títulos "Trilogia dos Dias", "A Sombra da Tília Ausente", "Espelho Meu, Onde Deixei o Meu Chapéu?", "Código de Borras", e mais recentemente “O Relógio vai Nu”.
“Apesar de serem diferentes, todos eles tem em comum o tema tempo” explicou Margarida Cruz, adiantando que “desta vez, o tema está mais destacado, incidindo na própria divisão deste novo filho literário”.
Composto por cinco seções, “O Relógio vai Nu” contém vários poemas referentes ao tempo, sendo que a primeira parte é a “mais extensa, com trinta”. As restantes quatro são “mais pequenas” com os títulos “O tempo e os espaços”, “O tempo dos outros”, “O tempo dos desertos”, que “não existia inicialmente”, e as “Sete árvores, Sete tatuagens”.
A poetisa também adiantou que o livro era para ser lançado no início de abril, mas em março apercebeu-se, que isso não podia acontecer. Nesse sentido aproveitou o início dos tempos da pandemia e o isolamento para fazer alguns poemas, que na sua opinião faziam “todo sentido entrar neste novo livro”, visto que “o tempo, que atravessamos é inédito nas nossas vidas”.
Além de abordar a pandemia, “O Relógio vai Nu” também expressa em palavras algumas reflexões, sentimentos e raciocínios filosóficos sobre o tempo. “Tempo esse, que é medido pelo relógio de cada um, sendo que há relógios, que atrasam ou outros adiantados, param por falta de energia e outros precisam de concerto para retomar o pulso do tempo”, referiu a autora.
A obra contou com a apresentação do poeta caldense, José Ricardo Nunes, que aproveitou para “dar uma ideia mais global do livro”, onde o “tempo é o grande ator da obra”. Igualmente referiu que “O Relógio vai Nu” fala sobre as várias maneiras de apreender o tempo, que “acabam sempre por se chocar”, e ainda destaca “a procura da autenticidade, sendo essa uma marca muito presente nos versos da poetisa”.
Para José Ricardo Nunes, “a poesia da Inês Benedita é muito irreverente, pois ela quer ser absolutamente contra as convenções, alterando assim a ordem e regras de vida”. Aproveitou ainda a ocasião para referir que “nesta fase, que estamos a viver, publicar um livro é por si só, um grande acontecimento, seja ele qual for”.
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