Os vencedores estudam na UCB, em Inglaterra, e estão a frequentar o 3º ano do curso de “Culinary Arts Management” (Gestão de Artes Culinárias). Acompanhados pelo chef e formador do curso, Lewis Walker, participaram na competição estudantil que reconhece talentos e conhecimentos de destaque da culinária asiática.
Os alunos tiveram que criar um menu constituído por três pratos asiáticos, aos quais deram o nome de três países da Ásia que sofreram catástrofes naturais. A entrada foi dedicada à Tailândia, o prato principal ao Sri Lanka e a sobremesa ao Japão.
A entrada foi composta por canelone de noodles recheado com lagostim acompanhado com bisque de lagostim, salada de manga e gel de coco.
Lombo de tamboril bebé com caju tostado, arroz selvagem frito, Kiribath caril de abóbora, salada de feijão verde com coco e tomate fondue, foi o prato principal.
A sobremesa apresentada foi Japanese zen garden.
No concurso, que decorreu no Hilton London Heathrow Airport, participaram seis equipas em representação de várias universidades e escolas de Inglaterra.
A entrega dos prémios teve lugar num jantar de gala, no Hotel Hilton. Os vencedores receberam um prato gravado com a distinção do prémio e ganharam uma viagem à Tailândia, onde vão visitar restaurantes Michelin em Banguecoque.
Gonçalo Machado, de 20 anos, nasceu e reside nas Caldas da Rainha, e terminou no ano letivo 2016/2017 o curso de nível 4 de Técnicas de Cozinha e Pastelaria na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste.
Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, o futuro chef disse estar orgulhoso de “vencer a Zest Quest Asia com esta maravilhosa equipa da UCB International, depois de vários meses de trabalho, pesquisa e criatividade”.
Vê agora todo o seu trabalho e dos colegas recompensado. “Muito em especial graças ao chef Lewis Walker por todo o apoio que ele nos deu durante toda esta jornada”, adiantou Gonçalo Machado.
Quando terminar o curso em Birmingham Gonçalo Machado tem como objetivo regressar a Portugal, onde acredita haver oportunidades na área. Depois de adquirir mais experiência gostava de abrir o seu restaurante ou ser um chef privado.
Foi um orgulho para os três futuros chefs receberem também o prémio “Minimum Wastage” (menor desperdício), uma distinção que consideram importante porque “faz a diferença na intervenção social e porque estamos numa altura onde se faz o combate ao desperdício alimentar”.