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Caldas / Cultura
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União de Freguesias lançou publicação anual dedicada à cerâmica

A revista anual editada todos os anos pela Junta de Freguesia Nossa Sra. do Pópulo, Coto e S. Gregório, foi apresentada na passada quinta-feira no Céu de Vidro do Parque D. Carlos I. Esta edição dedicada à rota da cerâmica, inclui algumas opiniões de ceramistas caldenses, bem como de partidos políticos, sobre, “qual a importância da cerâmica na economia e na cidade das Caldas da Rainha?” e se deve haver “Feira da Cerâmica, sim ou não? Onde? E porquê?”.

08-08-2018 | Mariana Martinho

A apresentação da revista decorreu no Céu de Vidro
A apresentação da revista decorreu no Céu de Vidro
Igualmente engloba algumas fotografias de eventos, intervenções e requalificações levadas a cabo na freguesia.
Segundo o presidente da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, Vítor Marques “nos últimos anos temos vindo abordar diversas temáticas na revista”, tendo no ano passado destacado o património.
“Este ano achamos que era adequado abordar a área da cerâmica na revista, pois é um assunto que nos diz muito”, referiu o autarca, adiantado que “o setor está a sofrer uma grande evolução”, devido ao incremento de novos artistas.
Presente esteve o presidente da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, que aproveitou para destacar a relevância do tema para a cidade.

Oficina dos artistas na “Parada” do Parque D.Carlos I

Outro dos assuntos referidos durante a apresentação foi a hipótese de criar um espaço dedicado aos artistas, nos armazéns localizados no parque de estacionamento da “Parada”, no Parque D.Carlos I.
Este projeto, que consta de um estudo prévio realizado pelo município e já entregue à Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), tem como objetivo criar seis ateliês cerâmicos nos armazéns, acompanhados de uma copa e uma loja aberta ao público com venda de produtos dos estudos e de obras produzidas nas oficinas. Esse estudo prévio estima ter um custo de 250 a 300 mil euros.
Igualmente sublinhou, que existe a “hipótese” de ser um espaço utilizado pelos artesãos de cutelarias.
Desses “estudos, que ainda são prévios” está incluído a recuperação do parque infantil, a criação de um espaço de multiusos no telheiro, e ainda um projeto para a zona da Orbitur.
““Gostaríamos de começar as obras para o ano, vamos ver”, afirmou o autarca.
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