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Opinião
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'Momentos Musicais' no Mosteiro de Alcobaça: será harmonia ou discórdia?

Não desistimos de cantar no Mosteiro de Alcobaça! No decurso das últimas semanas, têm sido muitas as pessoas que nos têm perguntado por que não estamos, como habitualmente nesta época, a cantar no Mosteiro de Alcobaça. Por valorizarmos o apoio e o carinho sempre manifestado pela população do concelho, bem como pela necessidade de resposta às inúmeras pessoas que conhecem e valorizam o nosso desempenho no monumento, decidimos avançar com um esclarecimento público a cerca da questão enunciada.

12-05-2018 | Luis Peças e João Paulo Ferreira

Luis Peças e João Paulo Ferreira
Luis Peças e João Paulo Ferreira

Á semelhança dos anos anteriores, no dia 11 de janeiro de 2018, foi proposta, através de requerimento dirigido á Senhora Diretora do Mosteiro de Alcobaça, a continuação dos momentos musicais de arte vocal, destinados a todas as pessoas que visitam a nossa abadia no período de abril a setembro do decorrente ano.
Foi ainda referido no documento que o Mosteiro de Alcobaça constitui um espaço histórico de valor excecional que permite uma conexão plena entre a música e o património. Aliás, outrora, a música foi um elemento fundamental no quotidiano da Ordem de Cister, pois constitui uma forma de culto e de louvor.
Contudo, este requerimento ainda não obteve resposta. Por consequência, os momentos musicais, que, teriam início em 1 de abril, ainda não começaram. Face o exposto, tentámos entrar em contacto com a Dra. Ana Pagará. Foi-nos transmitido, telefonicamente, através de uma técnica superior do monomento, que ainda não havia resposta do requerimento por parte da Senhora Diretora-Geral do Património Cultural.
Será mais um pretexto da Senhora Diretora do Mosteiro de Alcobaça? Bem, é verdade é que a Dra. Ana Pagará, todos os anos, tem complicado a tramitação burocrática do processo. Qual será, desta vez, o desígnio da Senhora Diretora do Mosteiro: aniquilar em definitivo os momentos musicais de arte vocal por nós apresentados?
Vencer-nos pelo cansaço e por mais humilhação? No contexto da atual situação, queremos realçar a intervenção positiva por parte da Senhora Diretora-Geral do Património Cultural, no que respeita aos processos dos anos anteriores. Agradecemos igualmente à Arquiteta Paula Araújo da Silva – que nos merece a maior consideração - pelo interesse que tem manifestado na resolução das questões, intervindo de uma forma reta, imparcial e consensual.
Apesar de o procedimento da Dra. Ana Pagará se mostrar avesso á nossa presença no Mosteiro de Alcobaça, sobressai, porém, uma verdade: os momentos musicais, que, desde de 2005, proporcionamos aos visitantes, são valorizados por nacionais e estrangeiros que não se inibem de o demonstrar, muitas vezes, através da emoção e de palavras de agradecimento.
O sorriso, a felicidade retratada nos rostos das pessoas, de todas as idades, são o impulsor da nossa perseverança. Por isso, não desistimos de cantar no Mosteiro de Alcobaça!
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