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Caldas / Sociedade
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Comissão de Utentes convicta de que novo hospital surgirá em menos de dez anos

A construção de um novo hospital para a região Oeste será “bem antes de dez anos”, sublinhou o porta-voz da Comissão dos Utentes do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), Vítor Dinis, na passada sexta-feira, em conferência de imprensa, depois de ter reunido no dia 23 de julho, com a ministra da Saúde, Marta Temido, o presidente do conselho diretivo da Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo (ARS LVT), Luís Pisco, e outras individualidades.

31-07-2019 | Mariana Martinho

Perspetiva-se a construção de um novo hospital porque as unidades de saúde existentes já estão desadequadas ao serviço que prestam
Perspetiva-se a construção de um novo hospital porque as unidades de saúde existentes já estão desadequadas ao serviço que prestam
Nessa reunião, onde apresentou um “conjunto de preocupações” relacionadas com a saúde no Oeste, como é o caso da nova unidade hospitalar, Vítor Dinis mostrou-se “convicto de que a nova unidade irá avançar e em breve, durante os próximos quatro anos”.
Além do novo hospital, o porta-voz também informou que “até final deste ano serão substituídos vários equipamentos na urgência por novos, no valor de 400 mil euros”. Igualmente serão “entregues três novas viaturas, uma a cada unidade do CHO para o projeto do Hospital Domiciliário”, e “uma de nove lugares para serviços de articulação dentro do centro hospitalar”. Está prevista ainda a “substituição de caixilharias e ventiladores na unidade de Torres Vedras” e “impermeabilização da laje da cardiologia do hospital das Caldas”.
Tirando estas “pequenas ações”, Vítor Dinis disse que a “ministra da Saúde garantiu que o governo já não vai investir mais em obras nas atuais unidades”, visto que se perspetiva a construção de um novo hospital, “bem antes dos dez anos”. No diz respeito ao financiamento, o porta-voz explicou que “caso o governo não se disponibilize será a União Europeia, que é quem vai financiar a maior parte do capital a fundo perdido, a obrigar que a construção do novo hospital avance”.
Revelou ainda que vai ser criado um grupo de trabalho ao nível do ministério, “não muito alargado” mas do qual irão fazer parte o presidente do conselho diretivo da ARS LVT, a administração do CHO, a Comissão de Utentes e a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), e que irá reunir-se esporadicamente para acompanhar o projeto da nova unidade.
A Comissão de Utentes também foi convidada para integrar o Conselho Consultivo do CHO, através de dois elementos.
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