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Hospital Termal reabre primeiro com inalações e depois com tratamentos em duche e banheira termal

As termas das Caldas da Rainha vão reabrir no final de 2017 ou princípio de 2018, com o tratamento de inalações e nebulizações, técnica utilizada para tratamento das vias respiratórias, realizada com aparelho nebulizador que pulveriza a água ou soro fisiológico, permitindo uma penetração brônquica do vapor.

26-04-2017 | Marlene Sousa

As termas das Caldas da Rainha vão reabrir no final de 2017, ou princípio de 2018
As termas das Caldas da Rainha vão reabrir no final de 2017, ou princípio de 2018
Está a decorrer a intervenção de substituição da rede de adução e distribuição de água termal ao hospital, adjudicada em maio de 2016, “que ficará concluída até setembro", afirmou ao JORNAL DAS CALDAS o presidente da câmara, Tinta Ferreira. “Depois haverá outras pequenas intervenções no balneário novo”, adiantou o autarca, revelando que a autarquia está a lidar com um “edifício que não era da responsabilidade do município e que estão a aparecer novidades que poderão atrasar o que era a nossa expetativa inicial”.
A unidade termal vai reabrir na sequência de um concurso público de 600 mil euros lançado com vista à reparação da canalização, construção de novo balneário e nova ala do Hospital Termal.
O presidente da Câmara revelou que o objetivo é retomar os tratamentos termais de uma forma faseada. “Depois de iniciar os tratamentos das inalações e nebulizações no balneário novo espera-se nos meados de 2018 iniciar os tratamentos em duche e banheira termal no primeiro piso na ala sul do Hospital Termal. Em 2019, a autarquia espera abrir uma piscina no balneário novo (rés do chão).
Tinta Ferreira reuniu recentemente com o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, para que haja um protocolo de “interação entre o Hospital Termal e o Centro Hospitalar do Oeste (CHO), utilizando os edifícios do Hospital Termal”.
O autarca pediu ao governante que nessa parceria “fosse possível beneficiar da colaboração de alguns funcionários do hospital distrital que eram funcionários no Hospital Termal e que têm conhecimentos do funcionamento do ponto de vista termal. O objetivo é permitir àqueles que quiserem, voltar a trabalhar no edifício termal”.
O edil falou ainda ao ministro da Saúde da possibilidade de alguns serviços do hospital distrital possam ser feitos no Hospital Termal, com a “devida compensação”. “Hoje, no ponto de vista das termas, não precisamos de ocupar tanto espaço como aquele que era ocupado há 100 ou 50 anos atrás”, disse o autarca, acrescentando que o objetivo é que haja mais atividade e que “o ministério da saúde beneficie de algum espaço do Hospital Termal comparticipando com os custos”.
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