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Caldas / Cultura
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Decisão da candidatura do município das Caldas à Rede de Cidades Criativas da Unesco conhecida em 2020

A candidatura do município das Caldas da Rainha à Rede de Cidades Criativas da Unesco no domínio de crafts and folk arts (artesanato e artes populares) foi submetida no dia 28 de junho, com o apoio prévio da Comissão Nacional da Unesco.

10-07-2019 | Marlene Sousa

Os parceiros na apresentação da candidatura das Caldas da Rainha a Cidade Criativa da Unesco no domínio do artesanato e artes populares
Os parceiros na apresentação da candidatura das Caldas da Rainha a Cidade Criativa da Unesco no domínio do artesanato e artes populares
A candidatura deverá ser analisada ao longo deste mês, mas a decisão só final deverá ser conhecida em meados de 2020.
Elaborada no âmbito da Cátedra Unesco em Gestão das Artes e da Cultura, Cidades e Criatividade do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), a candidatura prevê “uma estratégia ambiciosa para o desenvolvimento urbano sustentável alicerçado nas artes e na cultura”, disse Luísa Arroz, professora da ESAD.CR e coordenadora da candidatura.
Para este projeto prevê-se um investimento da autarquia nos próximos quatro anos de 1,5 milhões de euros, na melhoria do artesanato e artes populares, promovendo empregos sustentáveis no setor cultural e criativo com a criação de oficinas para a atividade cerâmica na zona da parada e no Pátio dos Burros, investigação, entre outros.
O presidente da Câmara das Caldas, que apresentou o projeto no passado dia 2, considera que a distinção poderá ajudar a uma candidatura a fundos comunitários para financiamento da ampliação do museu da cerâmica.
Entre as medidas previstas contam-se o desenvolvimento do “Observatório Living Cities”, um organismo dedicado à investigação em cidades cerâmicas, nas áreas da cultura e da sustentabilidade.
Este projeto já foi submetido a concurso para financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, prevendo parcerias com países como Itália, Brasil e Alemanha”, onde, segundo Luísa Arroz, “envolve ações de disseminação de resultados e promoção de exposições internacionais, onde os ceramistas das Caldas da Rainha poderão expor os seus trabalhos”.
Está prevista também nas Caldas a criação de um polo cerâmico, dotado de oficinas adequadas para a atividade cerâmica com um grande forno comunitário, e um concept store (loja especializada), para alavancar a criação estratégicas de vendas.
Será também desenvolvido um catálogo de serviços na área da educação formal e informal do saber-fazer disponível na cidade, bem como a criação de uma estratégia de promoção dos produtos locais e de um programa de mobilidade de ceramistas.
No âmbito da candidatura está ainda prevista a instalação de um ecoponto para a recolha de resíduos cerâmicos, maioritariamente gesso, e que será responsável também por estudar, avaliar e monitorizar possíveis efeitos de poluição resultantes destas atividades e desenvolvidas abordagens de solução dos problemas.
Também a bienal Molda prosseguirá as suas atividades promovendo um diálogo multidisciplinar entre as áreas de design e música, apoiando a disseminação do conhecimento e a partilha de boas práticas.
Luísa Arroz disse que esta candidatura envolveu “diversos ceramistas, associações e instituições locais quer no diagnóstico dos desafios principais, quer na identificação de soluções assertivas”.
A coordenadora deste projeto adiantou que “o principal desafio identificado surge na valorização do trabalho manual e na sua visibilidade no contexto da produção em massa globalizada e altamente industrializada”.
João Bonifácio Serra, comissário da Molda, referiu que a candidatura do município das Caldas à Rede de Cidades Criativas da Unesco foi o principal objetivo para o surgimento da bienal, em 2015, e que agora há um ciclo que se encerra”.
O investigador espera que a candidatura seja aprovada, uma vez que trará “uma nova dinâmica ao setor criativo da cerâmica”.
O presidente da Câmara deixou a garantia que a autarquia irá continuar a desenvolver atividades de afirmação das Caldas como uma terra de artes na vertente do artesanato e da arte popular, independente do resultado obtido com a candidatura.
João Mateus, da direção da ESAD.CR, elogiou o empenho da escola e do IPL na continuação do curso de Cerâmica (Design de Produto- Cerâmica e Vidro), revelando que o ano passado era o único a nível superior em Portugal.

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