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Mulher queixa-se de agressão em prisão

Uma mulher de 37 anos que entre 25 de junho e 2 de julho cumpriu pena de prisão subsidiária na cadeia de Tires, pelo crime de condução sem habilitação legal, apresentou queixa na PSP e no Ministério Público do Tribunal das Caldas da Rainha por agressões físicas e psicológicas de que alega ter sido alvo por parte de guardas, o que é desmentido pela tutela dos serviços prisionais.

12-07-2018 | Francisco Gomes

Cláudia Loureiro alega ter marcas das agressões, mas os serviços prisionais desmentem
Cláudia Loureiro alega ter marcas das agressões, mas os serviços prisionais desmentem
Em 23 de janeiro de 2016, Cláudia Loureiro foi apanhada pela PSP a conduzir na cidade sem carta. A 12 de setembro desse ano transitou em julgado a condenação do tribunal das Caldas da Rainha a 40 dias de prisão subsidiária ou em alternativa o pagamento da multa de 300 euros, o que não aconteceu, pelo que passado todo este tempo veio a ser detida para cumprir a pena.
Liquidada a multa de 300 euros acabou por sair em liberdade. Cá fora apresentou queixa. Cláudia Loureiro garante que “todos os dias era algemada dentro da cela e agredida com tubos de mangueiras de água, toalhas, listas telefónicas e com murros nas costas, cabeça e braços”, ao mesmo tempo que tinha “um saco de plástico preto na cabeça para não ver quem estava a agredir, mas que eram guardas homens e mulheres”.
A ex-reclusa diz também ter sido ameaçada para não contar o que via nas celas. “Vi violações de algumas reclusas que estavam algemadas nos pulsos e pés”, relata.
Queixa-se ainda da alimentação, que eram “restos de comer em baldes da esfregona”, e de “não ter apoio por parte de médicos, assistentes sociais e psicólogos”.
A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais desmente as acusações, considerando que não têm qualquer fundamento. Afirma que o conteúdo das acusações “é falso e calunioso”, assegurando que apresentará queixa em tribunal contra a ex-reclusa.
Adianta que a mulher “mostrava-se revoltada por ter sido presa, tendo referido não querer ser vista por médicos do Estabelecimento Prisional”. Ainda assim, “foi observada pelos serviços clínicos e foi a consulta médica. Fez análises e foi observada diariamente na cela pelos serviços de enfermagem, não apresentando qualquer queixa ou sinal de qualquer lesão”.
Por outro lado, a ex-reclusa  “tomou diariamente as refeições no refeitório, nunca se tendo queixado de qualquer situação relativamente à alimentação”.
Na sequência da queixa, Cláudia Loureiro foi analisada na passada segunda-feira no Gabinete Médico-Legal Forense do Oeste, em Torres Vedras.
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