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Caldas / Sociedade, Caldas da Rainha
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Tempo de espera aumenta no Serviço de Psiquiatria

28-03-2012 |

Tempo de espera aumenta no Serviço de Psiquiatria
Tempo de espera aumenta no Serviço de Psiquiatria
O número de pedidos para consultas cresce e o serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do Centro Hospitalar do Oeste Norte (CHON) continua com poucos recursos. A lista de espera tem aumentado e o tempo de espera para uma consulta é maior. “Como deixámos de poder referenciar para Leiria, todos os doentes que estavam a ser seguidos em Leiria estão a ser enviados para a área do CHON. Nós continuamos com poucos recursos. Sou a única médica do mapa de pessoal e temos dois colegas que estão em contrato de prestação de serviço que fazem consultas em Caldas Alcobaça e Peniche”, disse Paula Carvalho, diretora do Serviço de Psiquiatria, à margem de um workshop sobre Comunicação que decorreu no passado dia 22, na antiga lavandaria do CHON. Mesmo com poucos recursos a médica psiquiatra disse que duplicaram as pessoas observadas. “A própria crise faz com que os problemas mentais de saúde aumentem”, sublinhou Paula Carvalho, acrescentando que o modelo de funcionamento que têm com as equipas comunitárias, ou seja, os psicólogos clínicos e os enfermeiros de saúde mental, tem permitido rentabilizar o trabalho dos médicos e é uma modalidade que nós queremos continuar a fazer, porque houve um aumento significativo do número de pessoas observadas”. No entanto, a diretora do serviço revelou que têm uma área de carência grave, que é não terem uma pedopsiquiatria, porque têm havido muitos pedidos de consultas para crianças. Mesmo com a reorganização do CHON e a possível fusão com o hospital de Torres Vedras, Paula Carvalho acredita que irá manter-se a atividade nas Caldas do Núcleo de Intervenção na Área da Saúde Mental, envolvendo várias entidades locais e está confiante que, como já está previsto pelo Ministério de Saúde, seja criado o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental. “A Saúde Mental continua a ser uma das prioridades do Plano Nacional de Saúde”, disse esta responsável, adiantando que “o impacto económico das patologias do foro mental é enorme. Acaba por apanhar uma população que deveria estar a trabalhar e não está porque está de baixa ou tem reformas antecipadas”. Álvaro Carvalho, diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental, que esteve presente no workshop nas Caldas, disse que não tem informação formal sobre a reorganização do CHON, mas revelou que faz todo o sentido manter o Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental nas Caldas. “Do ponto vista lógico e estando Torres Vedras mais perto de Lisboa, fará mais sentido a sede da psiquiatria seja nas Caldas da Rainha”, disse Álvaro Carvalho, acrescentando que “se a intenção é haver uma rede de serviços de saúde mental com uma melhor cobertura, é perfeitamente normal que seja aqui, obviamente com uma espécie de delegação em Torres, para que os utentes daquela localidade não tenham que vir para as Caldas”. O diretor revelou que o hospital de Torres Vedras não tem um serviço de psiquiatria mas existe uma unidade de psiquiatria na própria cidade, muito perto do hospital que é paga e financiada pelo hospital Júlio de Matos, que funciona 5 dias por semana”. O workshop sobre “comunicação” vem na sequência do trabalho da equipa do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental em trabalhar em rede com outras instituições facilitando a partilha e conhecimento e experiências clínicas nesta área. “Estes workshops mais restritos permitem que as pessoas conversem sobre as suas experiências diferentes de modo a nós podermos ter projetos de intervenção mas que sejam construídos com todos e não impostos pelo serviço”, explicou Paula Carvalho. Para o diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental, este trabalho em rede e de parcerias é um exemplo de como se deve trabalhar, elogiando a dinâmica de Paula Carvalho. Este evento contou com a presença de médicos, psicólogos, sociólogos, assistentes sociais e outros profissionais com interesse pela área da saúde mental.   Marlene Sousa        
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