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Caldas / Cultura
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Grupo de Amigos criado no Centro de Artes

“CENTRA – Grupo de Amigos do Centro de Artes”, é como se designa a nova associação de amigos do Centro de Artes das Caldas da Rainha, que tem como objetivo “acompanhar e viabilizar o Centro”, bem como “criar um hábito e uma rotina junto das pessoas”. Quem o diz é Pedro Ribeiro, presidente desta associação, que foi apresentada na passada quinta-feira na Cafetaria do Centro de Artes.

11-07-2018 | Mariana Martinho

Pedro Ribeiro, presidente do CENTRA – Grupo de Amigos do Centro de Artes
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Pedro Ribeiro, presidente do CENTRA – Grupo de Amigos do Centro de Artes
A nova plataforma conta com a participação de vários elementos, “uns ligados às artes, outos nem tanto”. Da direção do CENTRA fazem parte Pedro Ribeiro, Vítor Reis, Luis de Matos, Samuel Rama, Sérgio Gonçalves e Carla Cardoso.
De acordo com o presidente do CENTRA, “começámos a sentir que as atividades que decorrem aqui Centro de Artes não têm ainda uma relação com a cidade”, sendo necessário “criar essa dinâmica, de modo a que os caldenses comecem a frequentar o espaço”.
Nesse sentido, o CENTRA vai aproveitar algumas das ferramentas já existentes e começar a programar atividades para o próximo ano.
“Há aspetos já criados, só temos é de concentrar energias e pensar como vamos homogeneizar coisas que já estão feitas”, explicou o responsável, adiantando que o objetivo é “criar relação, como existe em Serralves e na Fundação Calouste Gulbenkian”.
Além disso frisou que a plataforma vai permitir relacionar o projeto com outros espaços, bem como fomentar a discussão e a arte.
Um dos objetivos também é dinamizar o espaço da cafetaria, havendo “já há algumas ideias”, como por exemplo, “abri-la em alguns dias ao final da tarde para estabelecer uma relação com os alunos da ESAD.CR, que quando saem podem passar por aqui”. Contudo, isso “implica ter aqui uma pessoa, o que não fácil”.
De acordo com o diretor do Centro de Artes das Caldas da Rainha, José Antunes, o grupo vai permitir agilizar alguns assuntos, mas também agregar pessoas e desenvolver atividades que complementem o Centro. Apesar do grupo estar no início, “nada disso impede que as pessoas se possam envolver, programar e desenvolver as suas ideias”.
Segundo a vereadora da cultura, Maria da Conceição, “nós há muito tempo que já tínhamos a vontade de criar aqui um grupo de amigos, que acompanhasse e viabilizasse o Centro de Artes”. No fundo, o objetivo é “criar uma onda ou um movimento que agregue e traga mais pessoas ao Centro de Artes e simultaneamente que apresente “propostas diferentes”.
Este grupo conta com a participação de diversas pessoas, “que estão inseridas na sociedade caldense e que têm muita vontade em potenciar o trabalho que aqui se faz”.
Relativamente à exploração da cafetaria, a vereadora afirmou que “ autarquia está aberta a propostas para o espaço”.
Além da apresentação da plataforma, os convidados tiveram a oportunidade de visitar as exposições patentes no Museu Leopoldo de Almeida (“O homem pensa porque tem mãos” de José Aurélio), no Atelier-Museu António Duarte (Sara e André | integrado em Noites da Lua Azul | Desenho, pintura, fotografia, tapeçaria), no Museu Barata Feyo, (Produto Próprio” | peças cerâmicas produzidas no âmbito do Estúdio Secla (anos 40 e 50) | Curso de Gestão Cultural ESAD | Coordenação Prof. João Serra) e no Espaço da Concas (Gonçalo Pena | | integrado nas Noites da Lua Azul | Desenho e Pintura).

Simpósio de quatro em quatro anos

O Simppetra – Simpósio Internacional de Escultura em Pedra das Caldas da Rainha, que se realiza de dois em dois anos desde 1986, poderá passar para quatro em quatro anos. Isto deve-se ao facto “estávamos a chegar a uma situação, em que produzimos muito mais do que aquilo, que conseguimos colocar no espaço público”.
“Estarmos a fazer mais e não qualificar o que existe, não faz sentido”, mencionou José Antunes.
De acordo com o diretor do Centro de Artes, “neste momento devem ter sido feitas 130 esculturas desde o início do simpósio e 60 delas estão colocadas no espaço público”. Contudo, “30 esculturas têm de sair do sítio onde estão colocadas, porque foram deficientemente instaladas”.
Igualmente referiu que “30% das esculturas nunca vão ser instaladas, porque são peças falhadas” e ainda em relação às que estão concluídas, “há diferenças de qualidade, em que existem as de primeiro, segundo e terceiro nível”.
No total, o Centro de Artes tem entre 25 a 30 esculturas de “boa qualidade” para colocar no espaço público. Além disso existe o caso de esculturas que “estão colocadas no espaço público e que gostaríamos de instalá-las noutros locais mais nobres da cidade, como é o caso da peça de José Aurélio, que está instalada na entrada do edifício da EDP”.
Por tudo isso, prevê que demore “mais ou menos dois anos para fazer alguma coisa, com as peças que estão colocadas no espaço público”. Portanto, o “objetivo é requalificar e potenciar o que existe”.
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