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Opinião
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Corrupção: a grande ilusão

23-12-2008 |

A conversa ia animada na esplanada, a meio de um café, observando um pardalito que de salto em salto, procurava verificar da nossa animosidade ou não, em busca de um pedacito de pão. O tema, mais que comum. Falava-se da corrupção, de desvios de dinheiro, de abuso de poder, de fortunas nas mãos de uns, enquanto outros se esfalfam a trabalhar para conseguir suprir as suas dificuldades. O caso BPN veio à baila, como outros que correm de boca em boca nos dias de hoje, em Portugal. Falou-se da corrupção à escala mundial, qual epidemia sem antídoto, como se fosse algo que nos teríamos de habituar, um mal necessário. Disse-lhes que não era bem assim, que essa perspectiva pessimista derivava apenas de um enfoque materialista, reducionista, olhando apenas para o aqui e o agora. Perante o ar intrigado dos meus interlocutores, falei-lhes do meu ponto de vista espírita. Que somos seres imortais, que estamos temporariamente na Terra e, que depois, regressamos ao mundo espiritual, recolhendo os efeitos das causas geradas por nós no aqui e agora, e que mais tarde voltamos a nascer, trazendo na consciência a marca das aquisições do passado, a repercutirem-se na vida seguinte, sob a forma de felicidade ou sofrimento. «Está bem», retrucou um deles… «mas enquanto aqui andam são uns senhores e, depois logo se vê, até pode ser que não seja verdade essa história da reencarnação e entretanto o gajo lá se safou e nós aqui a chuchar no dedo…» Falámos das evidências científicas da reencarnação, nomeadamente as pesquisas do Dr. Ian Stevenson, entre muitos outros, que apontam a reencarnação como uma realidade inegável. Apontámos casos conhecidos, desembrulhámos meia dúzia de argumentos que, envoltos na lógica da doutrina espírita, deixaram os meus interlocutores a pensar. Numa altura em que novos paradigmas vêm demonstrar ao homem aquilo que a Doutrina Espírita defende – a imortalidade do Espírito, a comunicabilidade dos Espíritos, a reencarnação e a pluralidade dos mundos habitados – a humanidade permanece perdida no paradigma materialista, buscando aí a felicidade, como quem procura o impossível. As experiências fora do corpo (EFC), as experiências de quase-morte (EQM), os casos sugestivos de reencarnação (CSR) – meninos prodígio, crianças que se lembram de vidas passadas, comunicações mediúnicas e regressão de memória – as visões no leito de morte (VLM’s) e a transcomunicação instrumental (TCI), apresentam-se como paradigmas insofismáveis da independência do Espírito relativamente ao corpo físico, autênticas antecâmaras para os novos paradigmas da humanidade que, despontam mais além e que mudarão a maneira de pensar da humanidade. Quando o homem tiver a consciência da sua imortalidade, quando souber que voltará a reencarnar, encontrando o fruto do seu proceder na vida passada, então verificará que a xenofobia não faz sentido, já que poderá nascer num país qualquer, onde lhe seja mais útil para a sua evolução; o racismo não mais fará sentido, pois que o homem pode nascer com esta ou aquela cor de pele, conforme for necessário para a sua evolução; a discriminação sexual será ilógica, pois que o homem saberá que pode nascer com a polaridade sexual masculina ou feminina, conforme lhe for mais útil para a sua evolução; a discriminação social será uma aberração, pois o homem saberá que o marginalizado social de hoje foi, quiçá, o rico de ontem, que se perverteu no egoísmo, ao invés de utilizar a riqueza em prol da comunidade; o homem, sentirá que é sua obrigação a defesa do meio ambiente, e não mais prejudicará a Natureza, pois saberá que quando reencarnar, encontrará a Terra como a deixar nesta vida. Com esses novos conhecimentos que a Doutrina Espírita trouxe à humanidade há cerca de 150 anos, a humanidade tomará consciência de que a corrupção é uma grande ilusão, e um passo em direcção a um grande abismo moral, com caminho irreversível para grandes vales de sofrimento e resgate, até que um dia a ética e a moral se sobreponham no coração do homem ao egoísmo e ao orgulho. Relembrando os ensinamentos de Jesus de Nazaré, «A cada um segundo as suas obras», bem como «A semeadura é livre mas a colheita é obrigatória». José Lucas
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