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Caldas / Sociedade, Caldas da Rainha
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Entusiastas do caminho-de-ferro em defesa da Linha do Oeste

30-09-2009 |

Entusiastas do caminho-de-ferro em defesa da Linha do Oeste
Entusiastas do caminho-de-ferro em defesa da Linha do Oeste
Os entusiastas do caminho-de-ferro estiveram nas Caldas da Rainha depois de terem demorado duas horas a chegar da capital à cidade termal, onde tinham preparado um programa de visita em defesa da modernização da Linha do Oeste. "Acho que deveria de haver aqui uma Associação que defenda a Linha do Oeste. Nós somos associação nacional e daremos o apoio. Quem aqui está, quem reside, quem tem comércio e quem é utente, é que sabe os problemas e as coisas que não estão bem", afirmou José Pinheiro, presidente da Direcção do Clube de Entusiastas do caminho-de-ferro. "É uma linha que tem potencialidades, mas por ser via única tem outros condicionalismos. O nosso grupo, com sede em Lisboa, com 20 anos de existência e porque já percorreu a malha de caminhos-de-ferro do país, considera que esta linha que deve ter maior projecção", frisou. José Pinheiro e os restantes convidados saíram de Monte Abrão, em Lisboa, pelas 7h32, e chegaram cerca das 9h40. "Será doloroso para os passageiros, a demora de duas horas, mas para quem gosta de comboios não é. Nós viemos na vertente de turismo e vimos toda a paisagem, mas mesmo assim achamos que duas horas são demais", admitiu. José Pinheiro disse que o futuro da Linha do Oeste "passa por comboios mais rápidos e bons horários", argumentando que estes dois factores "serão o chamariz para o turismo e para os passageiros". Esta viagem pretendeu não só dar a conhecer aspectos patrimoniais da cidade como chamar a atenção para a necessária modernização da linha do Oeste. Um dos argumentos da CP/REFER para o adiamento da modernização é o escasso número de passageiros, mas o Clube de Entusiastas conseguiu em poucos dias congregar um número significativo de pessoas para este efeito. Do programa constou uma visita, entre outros locais, à Praça da Fruta, ao Museu do Hospital e das Caldas, ao Museu José Malhoa, Museu da Cerâmica e Fábrica de Faianças Bordalo Pinheiro. Carlos Barroso
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