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Pesca ilegal na Lagoa de Óbidos

27-01-2010 |

Pesca ilegal na Lagoa de Óbidos
Pesca ilegal na Lagoa de Óbidos
Os militares da capitania do porto de Peniche realizaram no passado dia 22 uma operação de fiscalização de combate à pesca ilegal de artes de pesca mal sinalizadas e com malhas ilegais. Foram recolhidas 294 peças de artes que estavam sinalizadas com canas e embalagens de plástico, nomeadamente frascos de iogurte, e que constituíam um perigo para a navegação e capturavam peixe ainda bebés. Além da irregularidade, os elementos do posto da Foz do Arelho constataram que muitas daquelas artes tinham malhas ilegais e possuíam por isso peixes demasiado pequenos para serem capturados. “As armadilhas estavam cheias de peixes imaturos e como tal foram recolhidas da água”, destacou fonte do comando local da Polícia Marítima, que ainda assim não conseguiu identificar nenhum pescador. As artes em questão, “nassas”, deverão servir para a apanha de enguias e chocos, mas ao não apresentarem sinalização, suspeitava-se que tinham malhas ilegais, o que se veio a constatar. Foram igualmente encontrados “bombos”, uma arte de pesca pouco comum na Lagoa de Óbidos, e que também serviam para capturar, de forma ilegal, navalheiras e enguias. A mesma fonte garantiu que as fiscalizações irão continuar, uma vez que as acções são permanentes para que não haja irregularidades e se mantenha a sustentabilidade do ecossistema. Nesta acção estiveram envolvidos dois agentes do posto marítimo da Foz do Arelho, dois chefes e três estagiários da Policia Marítima de Peniche, que utilizaram um bote, semi-rígido e uma moto quatro. Da parte da Associação de Mariscadores e Pescadores da Lagoa de Óbidos, Alberto Jacinto lamentou que tenham sido apreendidas artes ilegais. “Essas artes não devem ser de pescadores e mariscadores da Lagoa, porque estes sabem da legislação em vigor que tem de ser cumprida. Se, em todo o caso, for de algum pescador da Lagoa, é lamentável que aconteça”, sublinhou o dirigente. Alberto Jacinto revelou que vê com regularidade colegas a exercerem a sua actividade na Lagoa de Óbidos “com bóias sinalizadoras e todas ferramentas de pesca legais”. “Qualquer apreensão prejudica a imagem dos pescadores e mariscadores”, sublinhou o dirigente.   Carlos Barroso
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