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Estudante universitária morre em acidente no Alentejo

09-06-2011 |

Estudante universitária morre em acidente no Alentejo
Estudante universitária morre em acidente no Alentejo
Duas jovens, de 20 e 23 anos, são as vítimas mortais da colisão ocorrida na passada segunda-feira no Itinerário Principal 2 (IP2), cerca das nove e quinze da manhã, junto a um parque de merendas, localizado entre Vidigueira e Portel, envolvendo um veículo ligeiro de mercadorias e um pesado. A mais nova residia em Nadrupe, no concelho da Lourinhã, e estudava em Beja. Tratou-se de "uma colisão traseira", em que o ligeiro de mercadorias, onde viajavam as raparigas, embateu no camião, carregado de máquinas, revelou o tenente-coronel João Maia, do Comando Territorial de Beja da GNR, adiantando que as viaturas seguiam no sentido Évora-Beja. O acidente causou ainda ferimentos ligeiros no condutor da viatura pesada de mercadorias, um homem de 47 anos, que foi transportado para o Hospital de Beja. A colisão provocou ferimentos num outro homem, que seguia igualmente no pesado de mercadorias, mas o ferido recusou ser transportado para o hospital, asseguraram os bombeiros. As operações de socorro mobilizaram 15 bombeiros e cinco viaturas, além da viatura médica e emergência e reanimação (VMER) de Beja e de elementos da GNR. O Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação do Destacamento de Trânsito de Beja da GNR vai analisar as causas do sinistro. Há dois anos que Mickie Gonçalves fazia deslocações regulares no seu carro entre a aldeia de Nadrupe, na Lourinhã, e a cidade de Beja. Três horas e meia de viagem para cerca de 230 quilómetros. “Não era novidade. Ela já estava habituada a fazer o percurso”, contou Bruno Jacinto, amigo da estudante universitária de 20 anos. A jovem, natural de Grenoble, França, frequentava o 2º ano de Biologia do Instituto Politécnico de Beja. “Era uma boa aluna”, relatou o amigo, que no ano passado chegou a acolher a rapariga uma semana em sua casa, em Beja, onde está a finalizar a universidade. “Ela agora morava num apartamento”, disse Bruno Jacinto. Os pais de Mickie, Carlos João e Ana Paula, logo que souberam do que aconteceu, foram para o local do acidente. Na aldeia de Nadrupe, um dos tios da jovem, João Arroz, mostrava-se inconsolável. “Era filha única. Boa moça e muito certinha”, desabafava. Na tarde de segunda-feira os populares concentravam-se junto à colectividade da terra para tentarem saber mais notícias. Um deles confidenciou ao JORNAL DAS CALDAS que Mickie tinha estado na aldeia a passar o fim-de-semana e que partira no domingo para Beja. “Tinha enviado um SMS ao pai à noite a dizer que tinha chegado bem”, recordou. Amigos e familiares supunham que a rapariga iria fazer algum trabalho de campo, como habitualmente era pedido na universidade, quando teve o acidente. Francisco Gomes (texto) Carlos Barroso (foto)
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