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Investigação vai determinar como foi envenenado rebanho em Ferrel

Cerca de duas centenas de animais de raça caprina e ovina de uma exploração em Ferrel, Peniche, morreram no último mês envenenados por um produto cuja origem está a ser investigada pelos serviços municipais de sanidade e pecuária, levando a junta de freguesia local a rejeitar a associação do caso à utilização de herbicidas para conter as ervas infestantes, como é acusada por alguns habitantes.

18-02-2021 | Francisco Gomes

José Santos mostra dois dos cerca de 200 animais que morreram
José Santos mostra dois dos cerca de 200 animais que morreram
“A mortalidade deve-se à pulverização de herbicidas pela junta de freguesia por onde o gado passou por Ferrel. Foram produtos tão tóxicos que morreram sobretudo cabras e cabritos, e ainda algumas ovelhas e borregos que comeram pasto”, afirmou José Santos, morador na vila.
O proprietário dos animais, Paulo Conceição, relatou que foi alertado pela junta da aplicação dos herbicidas em dois locais, “mas onde eles comeram ninguém me avisou”.
“Nunca aconteceu nada do género. É uma desgraça. Uma pessoa fica sem vontade de estar aqui com os animais a morrer todos os dias às nossas mãos”, manifestou, aguardando o resultado do laboratório para onde foram enviadas análises.
O presidente da junta, Pedro Barata, assegurou que “utilizamos sempre herbicidas autorizados pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária”.
“Na última aplicação, que foi efetuada nos dias 7 e 8 de janeiro, fizemos avisos e o encarregado dos serviços telefonou diretamente ao pastor a avisar com antecedência os locais que iam ser alvo desta aplicação”, revelou o autarca.
“É com estranheza que se fala em tanto gado atingido por tão pouco produto, aplicado numa área tão pequena como as bermas da estrada”, declarou Pedro Barata, concluindo que “não existe nenhuma evidência que correlacione os produtos utilizados pela Junta de Freguesia com as mortes, pois o gado passou por muitos locais além daquele”.
A Junta de Freguesia garantiu estar a colaborar com as autoridades competentes no apuramento dos factos e que assumirá a responsabilidade, se tal ficar provado.
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