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Escolhas do Editor, Caldas / Cultura, Caldas da Rainha
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Grupos de folclore ilustram tradições antigas ligadas à vida e ao trabalho rural

No passado sábado, a cidade das Caldas da Rainha voltou a transformar-se num quadro vivo do Portugal rural de antigamente. O projeto “Retrato” - “Tradições da Vila” juntou grupos etnográficos e folclóricos do concelho para recriar as vivências de outros tempos, onde houve dança coletiva, provérbios, desgarradas, fandangos e ainda oração e canto religioso. A iniciativa contou também com uma cena etnográfica das aguadeiras e lavadeiras, junto ao chafariz das 5 Bicas, seguida de encenação de casamento da época junto à capela de S. Sebastião. Da parte da tarde, no Parque D. Carlos I, decorreu a descamisada e malha do milho, varejar e apanha da azeitona, acompanhado pela música portuguesa de cariz popular e tradicional.

10-10-2018 | Marlene Sousa

Cortejo etnográfico/religioso
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Cortejo etnográfico/religioso
Reavivar as tradições do mundo rural, foi o principal objetivo do evento “Tradições da Vila” que no sábado decorreu nas Caldas, iniciativa promovida pelos grupos de folclore e etnografia do concelho para a animação cultural de cariz tradicional e popular, com o apoio da Câmara e União das Freguesias Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório
O evento pretende ser uma realização anual, porque é já uma referência da programação cultural das Caldas que traz centenas de pessoas à cidade.
Pelo terceiro ano consecutivo decorreu o “Tradições da Vila”. Decorreram animações de rua itinerante com as antigas coscuvilheiras que falavam da vida alheia. As cenas do dia a dia de trabalho no campo e o ambiente familiar trouxeram à memória das pessoas a vivência no passado.
Foi uma autêntica viagem no tempo, com o objetivo de transmitir esta herança antiga às novas gerações e a quem vem de visita às Caldas da Rainha.
Os grupos folclóricos e etnográficos do concelho animaram e interagiram com o público em vários pontos da cidade ao longo de todo o dia.
Sérgio Pereira, um dos grandes dinamizadores do projeto, recordou que o evento surgiu de uma proposta coletiva dos grupos de folclore e etnografia do concelho das Caldas com o objetivo de manter viva a identidade da cultura local. Dado ao sucesso que tem tido, o responsável quer que faça parte dos eventos anuais e que vá crescendo com mais participações e animações.
Participaram no evento sete grupos folclóricos, mas, segundo este responsável “nenhum traz a sua bandeira”. “O desafio é os grupos estarem sem bandeiras porque estamos apenas interessados em promover o folclore e tradições da região”.
Este ano o percurso foi diferente, o cortejo etnográfico/religioso com o andor teve pela primeira vez uma paragem em frente à igreja de Nª Sr.ª da Conceição, com oração, canto religioso e dança coletiva na Praça 25 de Abril. “O sentimento religioso está muito presente nas aldeias e ainda hoje as festas têm a parte religiosa e a profana e tentámos recriar isso”, explicou, o responsável.
No Parque D. Carlos I foi recriada a apanha da azeitona, o varejar das oliveiras, o cenário de lavadeiras junto ao lago e o ambiente de conversas sobre a vida alheia. Decorreu ainda o malhar e escarolar o milho e/ou feijão, recriando o ambiente das eiras, acompanhado de cantigas e danças de trabalho.
“Temos para o ano um projeto mais arrojado, que exige a participação e dedicação mais profunda dos grupos, que é recriar profissões na rua, com empenho de todos”, revelou.
O projeto “Tradições da Vila” surge de uma proposta dos ranchos folclóricos e etnográficos “As Ceifeiras” da Fanadia, “Os Oleiros” das Caldas da Rainha, “Os Azeitoneiros” de Alvorninha, “Flores da Primavera” do Guisado, “Os Amigos” da Associação de Barrantes e “Danças do Arnoia”, de A-dos-Francos.
A Banda Comércio e Indústria das Caldas e o Rancho Folclórico do Arco da Memória foram os grupos convidados.
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