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Escolhas do Editor, Óbidos
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Grua danifica merlões do castelo de Óbidos

Uma grua utilizada na obra de reabilitação de um edifício no interior do castelo de Óbidos embateu na parte superior do monumento quando eram efetuados trabalhos de desmontagem e provocou danos na construção fortificada, que terá agora de sofrer uma intervenção de conservação e restauro

13-04-2021 | Francisco Gomes

Dois merlões [intervalos dentados das ameias na muralha] ficaram danificados
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Dois merlões [intervalos dentados das ameias na muralha] ficaram danificados
Tratava-se de uma obra particular, relativa à reabilitação de um edifício dentro da vila, com licenciamento camarário e autorizações das entidades competentes. De acordo com a autarquia, a utilização da grua de grandes dimensões era a única possibilidade, face às caraterísticas da intervenção. 
No decurso dos trabalhos de desmontagem da grua, que havia sido instalada na Rua Padre Nunes Tavares, no processo de remoção dos contra-pesos existentes na base da estrutura metálica, um deles embateu na cerca urbana do castelo de Óbidos, classificado como monumento nacional. 
Segundo a Câmara Municipal, “do embate, resultaram danos físicos em dois merlões [intervalos dentados das ameias na muralha] que coroavam o parapeito existente junto ao caminho de ronda da cerca urbana: um merlão ficou parcialmente danificado na parte superior, o outro ficou totalmente destruído”.
As causas do incidente “estão a ser apuradas em detalhe”, tendo sido elaborado auto da ocorrência, com acompanhamento de elementos da GNR, da Fiscalização e do Serviço de Arqueologia do Município de Óbidos. Com base neste documento serão desenvolvidos os procedimentos de notificação ao dono da obra.
A situação foi relatada à Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e à Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), que detém a propriedade do castelo.
Os destroços foram recolhidos para serem utilizados na reconstrução dos elementos arquitetónicos afetados, a qual deverá ser realizada no âmbito de uma intervenção de conservação e restauro, após relatório prévio e projeto de intervenção por técnico legalmente habilitado na área de conservação e restauro, o qual será remetido para parecer prévio da DGPC.
Caso a intervenção seja aprovada, deverá então ser efetuada a respetiva orçamentação, para tramitação junto do seguro da obra. A intervenção só deverá ter início após a autorização da DGTF.
O Município de Óbidos espera que a reposição seja urgente e esteja concluída até 1 de junho. 
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