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GNR faz palestra em inglês para alertar estrangeiros para limpeza das florestas

A GNR realizou na passada quarta-feira, na Biblioteca Municipal de Caldas da Rainha, uma ação de sensibilização em inglês sobre a limpeza das florestas e cumprimento da lei, numa divulgação direcionada para o público estrangeiro.

11-04-2018 | Francisco Gomes

Sessão na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha
[+] Fotos
Sessão na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha
A apresentação dos cabos César Ferreira e David Adrião, da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário do Destacamento da GNR das Caldas da Rainha, sob a supervisão do tenente Diogo Morgado, comandante do destacamento, foi elogiada pelos cerca de 50 estrangeiros que compareceram na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha na tarde da passada quarta-feira para serem informados sobre o que devem fazer para limparem os terrenos situados perto de casas e aglomerados habitacionais e criarem faixas de gestão de combustível de propriedades para prevenirem incêndios rurais.
Utilizando imagens demonstrativas e falando em inglês com os presentes foi possível esclarecê-los. David Thomas, da Safe Communities, uma organização de voluntários que se debruça sobre questões de segurança de pessoas e bens e que colaborou na sétima apresentação do género ao longo do país, disse que se tratou de “uma das sessões mais elucidativas” sobre as medidas a tomar.
Uma das primeiras informações prestadas foi sobre o alargamento do prazo para a limpeza de terrenos. É obrigatório fazer até 31 de maio deste ano uma faixa de proteção medida a partir da parede exterior do edifício e executada pelo detentor do terreno. Os proprietários, arrendatários, usufrutuários e entidades que detenham terrenos confinantes a edifícios inseridos em espaços rurais têm agora mais tempo para regularizarem a sua situação e o objetivo é que o façam de forma voluntária para evitarem coimas.
Numa largura não inferior a 50 metros, medida a partir da alvenaria exterior do edifício, sempre que esta faixa abranja terrenos ocupados com floresta, matos ou pastagens naturais, e não inferior a dez metros em terrenos do espaço rural com outras ocupações, deve-se providenciar a limpeza da área.
As copas das árvores e dos arbustos devem estar distanciadas no mínimo quatro metros, exceto nas espécies de eucalipto e pinheiro bravo, cuja distância deverá ser pelo menos de dez metros. Deve-se evitar a projeção das copas sobre os telhados.
As árvores têm que ser desramadas até quatro metros cima do solo. Para árvores com altura inferior a oito metros, desrama-se apenas a metade inferior. Os arbustos não podem exceder os 50 centímetros de altura.
As árvores de fruto não têm de ser cortadas, se estiverem inseridas numa área agrícola ou num jardim.
Estas são algumas das principais indicações a ter em conta, mas os participantes nesta sessão organizada pela GNR, a maioria entre 50 e 70 anos, aproveitaram para dissipar dúvidas sobre outros detalhes.
Houve quem quisesse saber como pode reportar situações anómalas que encontrar, tendo sido dado o número de telefone da GNR para o efeito.
No final da sessão, o comandante do destacamento da GNR mostrou-se satisfeito, considerando ter sido “uma boa aposta”, uma vez que “a adesão foi grande”.
Testemunhos


Robert Broadstock, 65 anos, de Inglaterra, residente em São Gregório (Caldas da Rainha):
“Foi uma sessão muito útil e fiquei muito mais esclarecido. Já tinha informações mas também tinha dúvidas e foi bem explicado”.

Craig Lawson, 58 anos, da Austrália, residente em Reguengo Grande (Lourinhã):
“Aprendi bastante. Estou em Portugal há um ano e vivo numa zona rural. Vim aqui para perceber melhor o que tinha de fazer. Valeu a pena porque foi muito elucidativo. A descrição feita foi clarificadora”

Joanne Busson, 45 anos, de Inglaterra, residente na Foz do Arelho (Caldas da Rainha):
“Foi realmente proveitosa esta sessão. Como o meu português não é o melhor, foi bom haver um esclarecimento em inglês sobre as leis. Agora já sei o que devo fazer”

Norma Broadstock, 70 anos, de Inglaterra, residente em São Gregório (Caldas da Rainha):
“Não tinha certezas sobre as medidas obrigatórias, apenas algumas ideias. Foi bom prolongarem o prazo até final de maio. Agora mais esclarecida, será também mais fácil atuar”
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