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Foz do Arelho foi palco de buscas por casal de jovens

O relato de que um casal de jovens estava a mergulhar e deixou de ser visto na praia da Foz do Arelho, ao final da tarde da passada sexta-feira, fez desencadear os meios de busca na orla costeira, mas nada foi encontrado e as autoridades não conseguem confirmar se de fato alguém foi arrastado pelo mar, adensando o mistério em torno deste eventual desaparecimento, que motivou a vigilância da costa a partir de terra até ao final de sábado, sem sucesso.

08-02-2017 | Francisco Gomes

Na noite de sexta-feira foram mobilizados vários meios
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Na noite de sexta-feira foram mobilizados vários meios
“Estavam à beira-mar e depois despiram-se e estiveram a brincar na água como se fosse um dia de verão, ao longo de cerca de meia hora”, contou Paula Fonseca, uma das testemunhas, que estava acompanhada do marido e resolveu ir ao carro buscar o telemóvel para dar conta às autoridades da existência de um casal numa zona de risco.
“Não demorámos três minutos e enquanto ela telefonava eu estava sempre a olhar a ver se alguém saía do areal e não vi ninguém”, adiantou Humberto Manuel.
Segundo o relato do casal residente na Foz do Arelho que deu o alerta, a rapariga supostamente desaparecida tinha um objeto cor de laranja nas mãos.
A resposta ao alerta foi rápido pois agentes da Polícia Marítima chegaram ao local em pouco tempo e começaram a pesquisar a área. A eles juntaram-se militares da GNR e uma equipa de resgate dos bombeiros com uma mota de água, que não chegou a entrar no mar, devido às condições adversas.
O relato dava conta de que o casal tirou as calças que vestia quando foi nadar, mas não foram encontradas roupas junto ao rochedo onde as tinha deixado.
A possibilidade de se tratarem estudantes que frequentam uma escola superior nas Caldas da Rainha levou ao contato com alguns alunos, não se apurando qualquer desaparecimento.
Uma vez que o desaparecimento carecia de confirmação manteve-se apenas a vigilância em terra da orla pela Polícia Marítima durante a noite de sexta-feira e ao longo de sábado.
“Se houve alguém – um casal com cerca de vinte anos, trajado de preto – que tenha estado entre as 18.30 horas e as 19 horas junto ao mar e que tenha regressado, avise a Polícia Marítima para podermos desvendar a situação”, pediu o comandante da capitania de Peniche, Serrano Augusto, que no final de sábado cancelou a vigilância e declarou falso alarme, devido à falta de indícios e comunicações de desaparecimento.
A zona da Foz do Arelho, como outras do país, encontrava-se sob agitação marítima forte, motivo pelo qual a região esteve durante sexta e sábado sob 'aviso laranja'.
Em março do ano passado foram também feitas buscas na Foz do Arelho por uma mulher de 69 anos que se supunha pudesse ter sido levada pelas ondas, mas nunca apareceu.
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