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Caldas / Cultura
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“Factos Espíritas em Portugal” em livro de José Lucas

José Lucas, colaborador do Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, lançou o livro “Factos Espíritas em Portugal”, onde relata casos que testemunhou ou investigou em associações espíritas por onde passou.

21-02-2020 | Francisco Gomes

José Lucas, o autor
José Lucas, o autor
Desde 1982, então com vinte anos, que José Lucas se dedica ao espiritismo. Tenente-coronel da Força Aérea Portuguesa, actualmente com 57 anos, tem participado na divulgação da doutrina espírita, esclarecendo, desde logo, que se trata de uma “ciência, filosofia e moral, que nada tem a ver com religiões e seitas, sendo antes um amplo movimento cultural”.
Fez parte de várias associações espíritas, no norte e centro do país, até fundar, juntamente com outros amigos de ideal, dois centros espíritas nas Caldas da Rainha. Ali, diz ter sido testemunha, ao longo do anos, de factos espíritas “ocorridos uns comigo, outros na minha presença e por mim investigados”.
“Pude constatar que estes factos são frequentes nas associações espíritas”, relata, adiantando que resolveu divulgá-los para ficarem documentados e não se perderem no tempo.
São várias as histórias, como por exemplo a de Amélia Reis, cujo filho sofreu um grave acidente. “Uma pessoa que a conhecia e que frequentava a Associação Cultural Espírita, perguntou aos colaboradores desta associação se poderiam ministrar um passe espírita [transmissão de energias, como uma cirurgia espiritual, como o objetivo de retirar toda a energia negativa]”, recorda José Lucas.
O passe espírita concretizou-se mas mais tarde o filho de Amélia Reis faleceu, cessando os seus contactos com a associação, até que um dia, numa das palestras públicas semanais ela apareceu, passando a frequentar o curso básico de espiritismo. Numa aula abeirou-se dela um aluno que lhe perguntou se o filho, falecido quase há um ano, não tivera uma bicicleta azul. Amélia Reis não sabia a resposta e questionou o aluno sobre o motivo da pergunta. A resposta foi surpreendente, como contou a própria: “Reparei que desdobrava um papelito que segurava na mão e onde estavam duas palavras escritas – Bicicleta Azul. Disse-me que por detrás de si, durante quase todo o tempo da aula, esteve um jovem (descreveu o meu filho ao pormenor), que a determinada altura disse: ‘Vais dizer à minha mãe que a amo muito. Fala-lhe de uma bicicleta azul de que eu gostava muito”.
Na manhã seguinte, Amélia Reis dirigiu-se ao telheiro da casa e encontrou a bicicleta, verificando, depois de raspar a tinta, que o filho tinha pintado de preto sobre a cor original…azul.
Outra história relatada é o “Caso Pedras”. Um casal dirigiu-se ao Centro de Cultura Espírita das Caldas da Rainha para pedir ajuda. Na sua casa havia fenómenos “esquisitos”, nomeadamente “pedras que voavam, objetos que mudavam de local, telemóveis ativados por ninguém”.
“Há uns tempos que a sua vivenda era apedrejada. Apresentaram queixa na GNR contra incertos, e na Polícia Judiciária, sem qualquer resultado. Montaram câmaras de vigilância que cobrissem todo o quintal e apesar dos ameaçadores cães e dos muros altos, os fenómenos continuaram a acontecer. Pediram a um padre que benzesse a casa. De nada valeu”, conta o autor do livro.
“Mobilizaram amigos, fizeram vigílias e nada. Os fenómenos continuavam. As pedras eram arremessadas. De repente passou a acontecer dentro de casa. Passados quatro anos, decidiram solicitar ajuda. A credibilidade é grande, uma vez que não se vislumbrou nenhuma motivação para que estivessem a fraudar. Eu próprio solicitei, numa das muitas idas ao local, que me acompanhasse um militar meu colega, céptico neste tipo de assunto. Depois de termos tido uma recepção de pedras, pudemos verificar moedas colocadas por nós na cozinha a aparecerem na sala três minutos. Noutra situação caiu-nos junto aos pés, vindo do nada, um botão novinho em folha, de um par de calças de ganga. Nenhum dos presentes tinha falta de botões”, descreveu José Lucas.
Após vários episódios, descobriu que “o espírito evocado no centro espírita manifestou a vontade de separar o casal, dada a paixão que sentia pela senhora da casa. Certo é que, desde então, deixaram de ’chover’ pedras”.
Estas são duas histórias, entre dezena e meia, que constam do livro, que na conclusão esclarece que “não pretende convencer ninguém, sendo apenas um singelo reportório de factos que acontecem, semanalmente, nos centros espíritas”.
“Todos os casos relatados foram pesquisados e investigados com rigor. No entanto, pouco me importa que alguém os negue. A esses deixo o convite ao estudo”, comenta.
José Lucas é membro fundador da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal, colaborador do Jornal de Espiritismo e fez parte dos órgãos sociais da Federação Espírita Portuguesa.
Tem participado na divulgação da doutrina espírita em Portugal, Espanha e Brasil com palestras, debates, entrevistas e artigos em vários jornais.
Desde 2005 tem participado na organização das Jornadas de Cultura Espírita do Oeste.
Tem três livros editados pela Federação Espírita Portuguesa: “História que os Espíritos Contaram” Vol. I e Vol. II (psicografados) e “Crónicas Espíritas”.
Todas as atividades espíritas que efetua são gratuitas. Eventuais lucros da venda do atual livro revertem, integralmente, para a sua editora.
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