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Caldas / Economia
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Fábrica Bordalo Pinheiro nega imposição de férias aos trabalhadores

A administração da fábrica Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, refutou as acusações do PCP e dos sindicatos sobre a alegada imposição de férias aos trabalhadores esclarecendo que a antecipação foi solicitada por muitos funcionários.

13-04-2020 |

“Após a declaração do estado de emergência, muitos trabalhadores solicitaram formalmente a antecipação do gozo de férias”, esclareceu a administração da administração Bordalo Pinheiro à agência Lusa, repudiando as acusações do PCP de que a empresa teria “usado a possível utilização do lay-off para forçar a aceitação das férias”.
A concelhia das Caldas da Rainha do PCP, em comunicado, manifestou que “no plano laboral não é aceitável que se tire proveito da atual situação”, denunciando que a Fábrica Bordalo Pinheiro “interrompeu a laboração no passado dia 20, impondo um regime de férias até 13 de abril, tendo a administração usado a possível utilização do lay-off a partir dessa data para forçar a aceitação das férias”. O PCP frisou que “a imposição de férias aos trabalhadores é ilegal e inaceitável, sobretudo quando concretizada num clima de chantagem quanto ao futuro dos postos de trabalho numa empresa que vem registando há vários anos lucros crescentes de milhões de euros”.
Questionada pela Lusa, a Bordalo Pinheiro afirmou que “muitos trabalhadores solicitaram formalmente” a antecipação das férias, atitude que “denotou o elevado sentido cívico de 100% dos trabalhadores desta empresa, correspondendo às recomendações relativas à preservação da saúde individual e da comunidade”.
A efetivação da medida proporcionou à totalidade dos trabalhadores, segundo a empresa, “a possibilidade do isolamento social indicado nesta fase de mitigação da doença, mantendo o seu rendimento e, simultaneamente, antecipou o pagamento do subsídio de férias para o aforro pessoal e familiar do trabalhador”.
A antecipação das férias prolongava-se até ao dia 13 e administração da Bordallo Pinheiro estava a “analisar todos os cenários possíveis” de implementar após essa data.
“As medidas de gestão têm que ser compatibilizadas com as de minimização do risco da saúde, e devem estar em conformidade com a salvaguarda da integridade das cadeias de fornecimento e de distribuição”, referiu a administração, que diz manter-se atenta “à evolução da pandemia, às medidas estabelecidas pelo Governo português e aos sinais de retoma da economia a nível global”.
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