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Donativos recolhidos no concelho ajudam bombeiros com mais de 138 mil euros

Os bombeiros voluntários das Caldas da Rainha receberam da população e das autarquias do concelho mais de 138 mil euros. A verba foi angariada num peditório pelas freguesias e vai ajudar a corporação numa altura em que despesas são maiores devido aos gastos com as medidas de prevenção da Covid-19.

30-11-2020 | Francisco Gomes

O comandante dos bombeiros, o presidente da Câmara e o vice-presidente da associação humanitária junto dos cheques gigantes com os valores angariados
O comandante dos bombeiros, o presidente da Câmara e o vice-presidente da associação humanitária junto dos cheques gigantes com os valores angariados
A autoridade de saúde desaconselhou a realização do habitual cortejo pela cidade, pelo que este ano a entrega dos cheques gigantes com o valor angariado em cada uma das doze freguesias do concelho foi feita no passado domingo no quartel dos bombeiros, numa rápida cerimónia.
Não deixou, no entanto, de ser o peditório mais lucrativo de sempre. Em tempos difíceis, a população uniu-se para ajudar os bombeiros a ter um melhor desempenho da missão de socorro nas Caldas da Rainha, deixando a corporação agradecida pela resposta dada.
“São mais de 138 mil euros. As pessoas têm mais dificuldades, o desemprego aumentou, os rendimentos baixaram e mesmo assim, é o maior cortejo de sempre. Estou extremamente sensibilizado com este valor. É um ano mais difícil, porque em termos de equipamento de proteção individual, para andarmos bem protegidos a transportar doentes suspeitos ou confirmados de Covid-19, a despesa é muito significativa e a população reconheceu as dificuldades e a necessidade de ajuda para socorrer melhor”, manifestou Nelson Cruz, comandante dos bombeiros.
Os próprios bombeiros voluntários prescindiram de uma verba de 8881 euros atribuída ao dispositivo de combate a incêndios florestais, em prol da associação humanitária. “Todos os anos, quer o quadro de comando quer o quadro ativo, doam uma verba proveniente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para pagar dispositivo de combate a incêndios florestais. São 54 euros por cada 24 horas e fizemos o serviço ao fim de semana de forma graciosa para avolumar o valor angariado”, descreveu Nelson Cruz.
O chefe Joaquim Pinheiro afirmou que “é um orgulho grande prescindirmos deste valor, que para muitos de nós neste tempo que estamos a viver, dava jeito, mas é uma maneira de ajudar a direção porque são precisos muitos equipamentos e apoios”.
Os autarcas também contribuíram para o sucesso deste peditório, ao acompanharem os bombeiros porta a porta em cada freguesia. A Câmara deu 22 mil euros e o presidente, Tinta Ferreira, explicou que “no início do mandato comunicámos que todos os anos contribuíamos com este valor por ano só para o cortejo de oferendas, mas os apoios do município vão mais além disso para que a instituição possa seguir o seu caminho em prol da comunidade”.
“Sem a colaboração do município não teríamos um corpo de bombeiros com capacidade financeira para poder ir tão longe”, vincou.

138.367,16 euros (verba angariada):
A-dos-Francos – 5.800 euros
Alvorninha – 7.650 euros
Câmara Municipal – 22 mil euros
Carvalhal Benfeito – 3.870,80 euros
Comando e corpo combatente – 8.881 euros
Foz do Arelho – 4.000 euros
Landal – 3.700 euros
Nadadouro – 5.010 euros
Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório – 30.000 euros
Salir de Matos – 8.200 euros
Santa Catarina – 8.568,59 euros
Santo Onofre e Serra do Bouro – 14.500 euros
Tornada e Salir do Porto – 11.200 euros
Vidais – 5.036,77 euros
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