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Concurso hípico, espetáculos e muita animação atraíram milhares de pessoas ao Oeste Lusitano

Durante o passado fim-de-semana vários milhares de pessoas visitaram o VII Festival Oeste Lusitano, no Parque D. Carlos I, superando novamente as expectativas, tanto da Associação de Criadores de Cavalo Puro-Sangue Lusitano do Oeste (ACCPLSO) como da Câmara das Caldas, principais promotores do evento. Durante os três dias houve, para além das danças artísticas dos cavalos lusitanos, demonstrações de rédeas longas, provas de saltos e vacadas. Para a organização, o objetivo desta edição, que era dinamizar a parte superior do Parque, foi “perfeitamente atingido”, tendo “essa zona de dia e de noite sempre cheia”, com os espetáculos e outras atividades.

09-05-2018 | Mariana Martinho (texto) / Francisco Salgueira / Diogo Casimiro / Rita Damásio / Rui Miguel (fotos)

Provas de obstáculos atraíram muitos espetadores
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Provas de obstáculos atraíram muitos espetadores
Nesta sétima edição do festival Oeste Lusitano, os cavalos voltaram a ser os protagonistas, mas também houve outras atrações que começaram logo na primeira noite, como o concerto dos Red Socks e música popular portuguesa, e pas de deux a cavalo no picadeiro principal, junto ao antigo Parque das Bicicletas. Mas foi na noite de sábado que o Oeste Lusitano teve o momento alto. “Tivemos quatro espetáculos a decorrer em simultâneo e os quatro estavam lotados”, referiu Jorge Magalhães, da assembleia geral da ACPSLO, que não poderia estar mais satisfeito com a forma como decorreu todo o evento, apesar de este ano “termos corrido um risco grande”. “Tentámos preencher na totalidade o Parque, criando uma ligação entre a zona dos concursos dos obstáculos e com a região do ensino”, explicou o responsável, esclarecendo que “no ano passado, apesar de termos tido uma grande afluência de concorrentes, tivemos pouca afluência de público, devido à própria estrutura física do parque, que parte o evento”.
Além disso, referiu que “quisemos libertar um pouco a zona em frente ao coreto, para que as pessoas tivessem a sensação de que ainda estão no parque, apesar do evento”.
Além da passagem de modelos “África Minha”, em frente ao Museu José Malhoa, organizado pela New Models Agency e com os estilistas Tiamo Veloso, Itcha Dresses, Margareth Carvalho Nascimento e Sandra Bravo da Rosa, também houve “Fado no Lago” na Casa dos Barcos e ainda no palco principal, com o espetáculo “Equus”, em que foi feita uma homenagem a Manuel Veiga. Esse espetáculo juntou elementos como dança, fogo, néon, andas, volteio artístico, entre outros elementos, atraindo uma multidão em redor do picadeiro.
A organização optou este ano por “acertar os horários das atividades, para que acontecesse tudo ao mesmo tempo”, permitindo que “aferíssemos se tínhamos público suficiente para preencher sempre os espetáculos em simultâneo”. Assim afirmou que esta estratégia é para “repetir, só não sabemos até quando porque temos o problema dos Pavilhões do Parque, que vão entrar em obras, mas o nosso objetivo é começar a pensar na Mata Rainha D.Leonor como solução”.
Houve ainda exposições, jogos tradicionais, pinturas, exposições, sessões de fitness, concertos, atuações e, claro, cavalos, muitos cavalos por todo o parque, com o tradicional volteio artístico com Natália Cerqueira. Além dos batismos de sela e dos concursos de equitação de trabalho e de modelo e andamentos.
Outra das apostas consideradas “ganha” foi a reutilização da pista de aquecimento do picadeiro do concurso de saltos, que se situava na parada, para à noite acolher as tradicionais vacadas, que regressaram assim ao parque depois de no ano passado se terem realizado na Praça de Touros. “Este ano voltámos a trazer as largadas de touros para dentro o Parque, para uma zona onde tínhamos uma pista de aquecimento para a prova de obstáculos, então quisemos rentabilizar o espaço”, indicou o responsável, adiantando que “ assim acabámos por ter mais condições de zonas e mais pessoas dentro do Parque”.
Novidade no evento foi a realização do I Concurso Hípico Oeste Lusitano das Caldas da Rainha, que segundo Jorge Magalhães, “excedeu todas as expetativas”. O concurso, que teve mais de 160 inscrições, voltou a agregar as provas do calendário nacional da Federação Equestre Portuguesa, mas este ano organizadas pela própria ACCPLSO.
Houve um concurso didático para escolas de equitação, para “promover o interesse das crianças no desporto equestre”. Ou seja, “criámos condições profissionais de competição mais vocacionadas para as escolas”.
Esta aposta, que também foi considerada “superada”, teve como intenção “dar um estímulo” aos mais pequenos e ainda dar oportunidade “às crianças que estão nas escolas e que nunca teriam a hipótese de competir em ambientes profissionais”, sobretudo sem os habituais preços de inscrição e os “prize moneys”, que este ano no concurso de obstáculos era de 6.000€, “totalmente vocacionados para crianças”. O concurso contou com a presença de uma escola do Porto e de várias da zona sul do país.
No domingo houve o habitual desfile equestre pela cidade e ao final da tarde foi a vez do Rancho Folclórico Ceifeiras da Fanadia desfilar pelo parque, recriando a histórica de Sírio de Dom Sebastião. Esta atividade esteve a cargo de um aluno da Escola Técnica Empresarial do Oeste, Tiago Martins. No final do certame, a ACPSLO tem por hábito homenagear um dos sócios que se destacaram, mas desta vez, decidiu homenagear o presidente do Caldas Sport Clube, Jorge Reis, “por tudo aquilo que ele e o clube têm feito pela cidade” e ainda os Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha, que “desde o princípio estão ligados ao Oeste Lusitano”.
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