Login  Recuperar
Password
  28 de Setembro de 2020
Estão utilizadores online Existem actualmente entidades no directório

Pode fazer o registo (grátis) do seu mail pessoal/ profissional e ter acesso privado, password e serviços personalizados, nos sites e redes sociais dos jornais. Terá uma assinatura digital de Grupo (gratuita), mas personalizada. Pretende registar-se?

Registar-se com o seu email pessoal/ profissional

(aguarde 5)
Siga a nossa página Facebook Siga a nossa página Google Plus Siga-nos no YouTube Siga-nos no Twitter Dispositivos móveis Assine a edição impressa
Caldas / Cultura
Imprimir em PDF    Imprimir    Enviar por email   Diminuir fonte   Aumentar fonte

Concerto “Imperialismo e Holocausto”

No dia 1 de março, pelas 16h, solistas da Metropolitana sobem ao palco do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha para o concerto “Imperialismo e Holocausto”.

26-02-2020 |

António Rosado, ao piano, é um artista associado à temporada de música da Metropolitana 2019/2020
António Rosado, ao piano, é um artista associado à temporada de música da Metropolitana 2019/2020

Serão interpretadas por Nuno Silva ao clarinete, Ana Pereira no violino, Nuno Abreu no violoncelo e António Rosado ao piano as seguintes obras: Trio com Piano, Op. 97, Arquiduque (Beethoven) e “Quarteto para o Fim dos Tempos” (Olivier Messiaen).

As obras que se juntam neste programa têm proveniências muito contrastantes.

Ludwig van Beethoven iniciou a composição do Trio Op. 97 em 1810, numa época em que o Império Austríaco se ergueu em reação ao surgimento do Império Napoleónico.

Olivier Messiaen, por sua vez, compôs o Quarteto para o Fim dos Tempos em 1941, no coração da Segunda Grande Guerra Mundial. Coincidem, porém, no envolvimento próximo dos compositores com protagonistas e circunstâncias que marcaram a história.

Beethoven tinha naquela época como aluno, mecenas e amigo o irmão mais novo do imperador Francisco I, o Arquiduque Rodolfo. A partitura é-lhe dedicada e, por esse motivo, ficou conhecida pelo nome «Trio Arquiduque».

Já a composição do músico francês teve uma origem bastante mais dramática. Messiaen foi capturado em 1940 pelo exército alemão e enviado para o campo de concentração de Görlitz, na Baixa Silésia. Aí conheceu um clarinetista, um violinista e um violoncelista amadores, para os quais compôs a primeira versão da obra. Ainda prisioneiro, conseguiu que lhe fosse cedido um piano. Juntou-se assim ao trio numa estreia que seria improvável.

Passado um ano, quando foi libertado, trazia consigo este manuscrito que se tornou célebre, quer pelas condições em que foi produzido quer pela própria qualidade musical. 

Tags:
COMENTÁRIOS
Deverá efectuar Login ou fazer o Registo (Grátis) para poder comentar esta notícia.
pub
Ciência & Tecnologia

A carregar, por favor aguarde.
A Carregar

    Notícias Institucionais

    A carregar, por favor aguarde.
    A Carregar