Login  Recuperar
Password
  24 de Março de 2019
Estão utilizadores online Existem actualmente entidades no directório

Pode fazer o registo (grátis) do seu mail pessoal/ profissional e ter acesso privado, password e serviços personalizados, nos sites e redes sociais dos jornais. Terá uma assinatura digital de Grupo (gratuita), mas personalizada. Pretende registar-se?

Registar-se com o seu email pessoal/ profissional

(aguarde 5)
Siga a nossa página Facebook Siga a nossa página Google Plus Siga-nos no YouTube Siga-nos no Twitter Dispositivos móveis Assine a edição impressa
Caldas da Rainha, Caldas / Política
Imprimir em PDF    Imprimir    Enviar por email   Diminuir fonte   Aumentar fonte

Comunidade Intermunicipal do Oeste defende Ota para aeroporto complementar à Portela

A assembleia da Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), reunida nas Caldas da Rainha,aprovou uma moção em que defende a Ota, no concelho de Alenquer, como localização ideal para construir um aeroporto complementar ao da Portela, em Lisboa.

04-01-2019 |

Aeroporto da Portela está saturado
Aeroporto da Portela está saturado
Na moção aprovada por maioria, a Assembleia Intermunicipal do Oeste apoia a posição do conselho intermunicipal da OesteCim, que defendeu que “o processo de tomada de decisão final sobre a localização da nova infraestrutura aeroportuária complementar ao aeroporto Humberto Delgado deve reconsiderar a opção Ota”.
Segundo a agência Lusa, na posição enviada ao primeiro-ministro e ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas, os autarcas da região Oeste lembraram que a Ota deve ser equacionada tendo em conta “todos os constrangimentos” evidenciados nos estudos de impacto ambiental em relação à construção do novo aeroporto no Montijo.
A OesteCim relembrou as vantagens económicas e financeiras, o ordenamento do território e as acessibilidades já existentes como fatores positivos a ter em conta para a localização da infraestrutura aeroportuária na Ota.
Os autarcas desta região reiteraram a sua preocupação sobre a necessidade de o Governo tomar uma decisão rápida para a localização de um aeroporto complementar ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, cuja oferta “está esgotada”.
O administrador da ANA - Aeroportos de Portugal Francisco Pita admitiu, em Ponta Delgada, nos Açores, que o aeroporto de Lisboa "perde 1,8 milhões de passageiros por ano", dada a atual lotação daquela infraestrutura aeroportuária.
Francisco Pita reafirmou que o aeroporto de Lisboa deverá chegar este ano ao recorde de 29 milhões de passageiros, mas que "perde 1,8 milhões de passageiros por ano" enquanto não existir outra solução, como a que se prevê para 2022, data estimada para a abertura do aeroporto complementar no Montijo.
A localização do aeroporto internacional de Lisboa na Ota esteve prevista pelo Governo entre a década de 1960 e o ano de 2008, tendo a discussão em torno da infraestrutura aeroportuária estado mais acesa durante os governos de António Guterres e José Sócrates.
Em janeiro de 2008, o Governo chefiado por José Sócrates abandonou a opção Ota e escolheu Alcochete, após um estudo coordenado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, que indicava como mais favorável a localização do Campo de Tiro de Alcochete.
Dezasseis câmaras municipais da zona Oeste e da Lezíria assinaram o chamado Plano de Ação do Oeste, que contemplava investimentos na ordem dos 2,1 mil milhões de euros até 2017, para compensar os municípios pela deslocalização do futuro aeroporto de Lisboa da zona da Ota (Alenquer) para o campo de Tiro de Alcochete.
O acordo foi assinado com os doze municípios do Oeste (Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras) e mais quatro da Lezíria do Tejo (Santarém, Cartaxo, Azambuja, Rio Maior).
Tags:
COMENTÁRIOS
Deverá efectuar Login ou fazer o Registo (Grátis) para poder comentar esta notícia.
pub
Ciência & Tecnologia

A carregar, por favor aguarde.
A Carregar

    Notícias Institucionais

    A carregar, por favor aguarde.
    A Carregar