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Escolhas do Editor, Caldas / Sociedade
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Comissão de Utentes pelo Hospital das Caldas da Rainha tem nova composição

A Comissão de Utentes “Juntos pelo nosso Hospital” tem seis novos elementos eleitos na passada sexta-feira, numa reunião pública na sede da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, promovida por Vítor Dinis. Este encontro teve o objetivo de proceder à demissão dos atuais elementos da Comissão de Utentes pelo Hospital, pois “em três anos de exercício, nada foi feito”, originando assim uma nova direção, composta por Vítor Dinis, eleito porta-voz da comissão, Melanie Russo, Susana Azevedo, Rui Vogado, Isabel Dinis e Caterina Emílio.

14-03-2017 | Mariana Martinho

Nova composição da Comissão de Utentes do Hospital das Caldas da Rainha
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Nova composição da Comissão de Utentes do Hospital das Caldas da Rainha
Vítor Dinis, indignado com a situação em que se encontrava a Comissão de Utentes “Juntos pelo nosso Hospital”, composta por Ana Voigt, José Carlos Faria, António Gonçalves, Nicola Henriques, Paulo Freitas e Jaime Neto, promoveu a reunião pública, onde não compareceu nenhum dos elementos e foi eleita a nova composição.
Não foi explicada a legalidade desta ação, já que da anterior comissão ninguém terá dado aval a Vítor Dinis para o efeito.
A nova composição da comissão, eleita com vinte votos a favor e dois em branco é composta por um grupo de cidadãos e tem como intenção “tentar melhorar a saúde na zona Oeste e fazer o possível para que a comissão exerça as funções que todos lhes devemos exigir e que ela consiga responder dentro das possibilidades aos problemas”.
“Não me podia congratular mais com uma comissão que existia mas que não funcionava”, sublinhou Vítor Dinis, explicando que “a população não pode toda a vida ter a fama de ter uma comissão quando ela não funciona, por falta de incompatibilidade de agendas para reunir-se”. Esclareceu também que “esta indignação” surgiu quando soube que hospitais mais recentes iam ser beneficiados de obras primeiro que o das Caldas.
Para Vítor Dinis, “uma comissão tem uma responsabilidade muito maior que qualquer associação”, alertando que “a comissão não é um tacho, nem tem ordenados vitalícios. Tem muito trabalho e despesas”. Criticou também atitude da Câmara Municipal, que ”só se envolve quando há alguma coisa de bom na cidade”.
Na sua opinião “é importante que esta comissão não desapareça”, sugerindo que a nova composição “tenha pessoas que falem menos e que façam mais”. Além disso, afirmou que a “comissão tem como obrigação estar informada de todas as questões ligadas à saúde e de dar uma resposta aos utentes”, adiantando que a nova composição deve “primeiro inteirar-se dos assuntos para fazer um levantamento das situações concretas, de forma que a comissão tenha voz para falar”.
Outro dos objetivos sugeridos pelo cidadão foi “exigir à direção do hospital a colocação de uma informação feita pela comissão com site e contactos, para que as pessoas possam enviar as suas reclamações”. Adiantou que “o delegado de saúde regional vai ser das primeiras pessoas a quem vou exigir que me acompanhe numa visita ao hospital e que veja de perto as más condições”.
Da nova composição também faz parte a cantora Melanie Russo, que aceitou fazer parte da Comissão de Utentes do Hospital das Caldas da Rainha, e que aproveitou para criticar o estado em que se encontram as urgências do CHO, “que ao longo destes anos todos, nunca teve uma fase tão crítica e de ação tão precária”.
“O espaço das Urgências é tudo menos para urgências”, salientou a artista, relembrando “as condições precárias a que estão sujeitos todos os trabalhadores do Hospital”.
Melanie Russo também afirmou que “não quero saber das políticas, dos “tachos” e os “tacheiros”. Mas podemos e devemos fazer a diferença, sendo garantido que quando unidos, essa diferença acontece”. Por isso, acrescentou que aceitou aliar-se à Comissão de Utentes, composta por um grupo de cidadãos caldenses, “que arranjam tempo, tal como eu, do pouco que temos, para se unirem em defesa de todos nós. Não é altura de ficarmos calados ou de braços cruzados”.
Durante a reunião, que durou cerca de três horas, muitos foram os intervenientes do público que criticaram e demonstraram-se preocupados relativamente ao atual conselho de administração do CHO.
Carla Jorge, porta-voz do Movimento dos Precários do CHO, que sublinhou que “antes de ser trabalhadora, sou também utente, afirmou que “é com grande pena minha ver a degradação daquele hospital”. Alertou também para a situação de falta de médicos ortopedistas às quartas e sextas-feiras, bem como recordou a falta de médicos escalados para o período da passagem de ano.
A porta-voz do movimento também teceu fortes críticas ao Conselho da Administração do CHO, sugerindo uma rápida mudança. Já outros intervenientes criticaram que “nunca conseguimos que a Comissão de Utentes se focasse realmente nos utentes, e sem clareza de objetivos”.

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