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Caldas / Sociedade
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Comissão de Utentes apela à construção de um novo hospital para o Oeste

A Comissão de Utentes do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) reuniu na passada quarta-feira com diversas entidades para debater a saúde nos concelhos abrangidos pelo CHO e concluiu que “o local para a construção do novo hospital para o Oeste seria o que menos preocupa, o mais importante será a construção de um bom hospital com todos os recursos”.

06-02-2019 | Mariana Martinho

Na reunião foram discutidos os problemas relacionados com o CHO
Na reunião foram discutidos os problemas relacionados com o CHO

Na reunião, que decorreu no Inatel da Foz do Arelho e na qual participaram vários representantes dos municípios, do CHO, dos bombeiros e da Ordem dos Médicos foi feito o balanço do ano transato da Comissão de Utentes “Juntos Pelo Nosso Hospital”. De acordo com o porta-voz da mesma, Vítor Dinis, “o ano que decorreu foi positivo”, pois as prioridades que tinham sido definidas na anterior reunião, como a entrada em vigor da Entidade Pública Empresarial e início das obras no hospital foram “atingidas”. Contudo, no que diz respeito ao aumento de equipamentos e pessoal médico, enfermeiros e auxiliar, “o objetivo não foi atingido”.
A comissão aproveitou a reunião para questionar a administração do CHO sobre a abertura da cozinha do hospital nas Caldas da Rainha e o início das obras do 1º piso do hospital de Peniche. Segundo a presidente da administração do CHO, Elsa Baião, nas Caldas “as obras estão a decorrer dentro dos prazos previstos” e as obras do 1º piso do hospital de Peniche vão ser colocadas novamente a concurso. Relativamente à cozinha, que “está pronta e dependente da inspeção da ASAE- Autoridade de Segurança Alimentar e Económica”, em princípio começará a funcionar no próximo mês.
Nesta reunião também se verificou uma “opinião unânime” entre autarcas, que sublinharam que o “local para a construção de um novo hospital para o Oeste seria o que menos os preocupa, pois o mais importante será a construção de um novo hospital”, apesar do presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, ter demonstrado interesse que o mesmo fosse construído na cidade termal.
No encontro também foi referido que a construção do novo hospital “nunca será antes dos próximos dez anos”. Durante esse período de tempo, Vítor Dinis frisou que seria “importante dar condições a nível de pessoas e equipamentos, que estão obsoletos e que são precisos para que os utentes passem a ser melhor atendidos e com outras atenções”.
Já o presidente da Câmara Municipal de Óbidos, Humberto Marques, afirmou que os autarcas deveriam colocar junto do governo a hipótese de inscrever no orçamento de Estado “uma rubrica para estudos e dotação não definida para execução da construção, dando início à situação”. Relativamente aos estudos, a comissão afirmou que a “entidade intermunicipal já se predispôs a pagar os estudos do hospital para o Oeste”.
O edil também alertou que “caso não existam os quatrocentos mil utentes para se poder construir o hospital, deve ter-se em conta o número de turistas e estrangeiros”.
O presidente da Câmara Municipal de Peniche, Henrique Bertino, também defendeu que “o hospital novo não deveria ser construído no centro de uma cidade mas sim num local central a todas as autarquias”. Igualmente Carlos Bernardo, presidente da autarquia de Torres Vedras, concordou que “deverá haver um novo hospital central para todos os municípios” do Oeste.
“O novo hospital deverá ser central para que não obrigue transferência de doentes para outros hospitais, com valências fundamentais e autossuficiente nas especialidades”, referiu Nuno Santa Clara, presidente da Sub-Região do Oeste da Ordem dos Médicos, adiantando que “a localização é um problema técnico”.
Aproveitou ainda para salientar que a junção dos três hospitais, Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, “nunca devia ter acontecido”, pois só teve resultados financeiros em prejuízo da saúde, com mais falta de recursos. Além disso relembrou que deu origem ao encerramento de valências, obrigando o transporte de utentes de um lado para outro. Isso, no seu entender, fez com que “os doentes estejam a ir embora, deslocando-se ao particular ou a hospitais de maior confiança, que não sentem no CHO”.
Vítor Dinis sublinhou que Tinta Ferreira partilha da mesma opinião da comissão e da Ordem dos Médicos, pois “nunca esteve de acordo com a constituição do CHO”. Caso não se verifique a construção do novo hospital, o edil sugeriu que houvesse ampliação dos atuais hospitais de Caldas da Rainha e de Torres Vedras, e melhorias no hospital de Peniche, “devendo essas hipóteses estarem em aberto”.
No seu entender, “o novo hospital é matéria que deve ser resolvida pelo governo”.
Nesse aspeto, Vítor Dinis afirmou que “o importante é que haja um hospital central novo e todos temos que pressionar o governo”.
Além do novo hospital, a comissão tem como prioridade para este ano “insistir na aquisição de novos equipamentos e substituir outros obsoletos, a colocação de mais pessoal médico, enfermeiro e auxiliar, e por fim, acelerar junto do governo para que se inicie o estudo para a construção de um novo hospital”.
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