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Caldas / Sociedade, Caldas da Rainha
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Comissão de Utentes “Juntos pelo Nosso Hospital” faz balanço negativo de um ano do CHO

A Comissão de Utentes "Juntos pelo Nosso Hospital", reunida a 13 de Dezembro, faz um balanço negativo, passado que foi um ano da criação do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), apontando que as condições de acesso dos utentes da região das Caldas da Rainha aos cuidados de saúde hospitalares se deterioraram, particularmente nalgumas áreas.

17-12-2013 | Francisco Gomes

“No Serviço de Urgência vêem-se agravadas, de dia para dia, as condições de atendimento. Os doentes em observação ficam internados nos corredores, sem condições de dignidade, o número de profissionais nas equipas de urgência têm diminuído e tem havido dias sem cobertura de algumas especialidades básicas como, por exemplo, Ortopedia. Visitando o hospital, nota-se desmotivação por partes dos profissionais. Ter-se-ão aberto áreas de conflito e por vezes parece existir um clima de intimidação, e até de chantagem e de ameaças, no tocante às perspectivas futuras para a urgência medico-cirúrgica de Caldas da Rainha, o que nos parece absolutamente intolerável”, manifesta a comissão.
“Preocupa-nos, por outro lado, que o despedimento e dispensa de enfermeiros possa pôr em causa a qualidade dos cuidados prestados”, adianta.
A comissão reclama também que “em termos de perspectivas futuras anunciam-se candidaturas a fundos de alguns milhões de euros e prometem-se obras de alargamento da unidade hospitalar de Torres Vedras, subindo quatros pisos à actual estrutura, sem dar a conhecer, o plano funcional para essa mesma estrutura. Esta administração esquece completamente que a sede administrativa do CHO é em Caldas da Rainha e já não esconde a sua falta de equidade entre os diferentes pólos”.
Terminado o período de um ano, para a comissão a administração do CHO “perdeu a oportunidade de dar a conhecer, através da apresentação de um relatório informado, os resultados das reestruturações efectuadas, nomeadamente as putativas vantagens da deslocalização de Serviços. As desvantagens conhecem-nas os utentes no dia-a-dia, assim como as dificuldades crescentes de acesso a algumas especialidades básicas, como a Ortopedia, obrigando a deslocações de dezenas de quilómetros a doentes e familiares”.
“O Oeste continua a ser uma região do Pais desconsiderada pelo Estado Central em termos de cuidados hospitalares e desaproveitam-se as estruturas existentes (em Peniche, por exemplo) para apostar em obras de remendos que prejudicam correctas soluções futuras, como uma estrutura hospitalar nova para todo o Oeste. Lamentamos ainda que continue a não haver informações sobre projectos concretos de reabertura do Hospital Termal e que se deixe levar progressivamente esse assunto ao esquecimento”, afirma a comissão.

Francisco Gomes
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