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Comissão de Defesa da Linha Ferroviária do Oeste lança petição pela modernização

Foi lançada na passada quinta-feira uma petição exigindo ao Governo a substituição das composições e a modernização da via, em que se refere que a Linha do Oeste continua sujeita a supressões diárias de comboios. Esta petição, que já está a decorrer, é promovida pela Comissão de Defesa da Linha do Oeste tem como objetivo reunir pelo menos 4000 assinaturas para que a petição possa ser discutida em plenário na Assembleia da República. Além disso, a Comissão prevê no “futuro imediato” a concretização de várias iniciativas para exigir a execução do plano de modernização deste eixo ferroviário.

07-02-2018 | Mariana Martinho

Comissão lançou petição e anunciou outras iniciativas em defesa da Linha do Oeste
Comissão lançou petição e anunciou outras iniciativas em defesa da Linha do Oeste
A grave situação relativamente à Linha do Oeste fez com que a Comissão de Defesa da Linha do Oeste lançasse a petição, junto à estação ferroviária das Caldas da Rainha, para que a Assembleia da República, no quadro das competências “que lhe cabem, delibere no sentido de obrigar o Governo a dotar a Infraestruturas de Portugal dos meios necessários à modernização da Linha do Oeste e a CP das disponibilidades financeiras adequadas para a aquisição urgente do material circulante”.
De acordo com Rui Raposo, porta-voz da Comissão de Defesa da Linha do Oeste, “esta petição insere-se num conjunto de iniciativas que a curto e a médio prazo vamos concretizar mais uma vez em defesa da Linha do Oeste”, tendo em conta duas questões, que considerou “graves e essenciais neste momento”. Por um lado, o sucessivo adiamento da concretização do plano de modernização da Linha, “que poderá pôr em causa o futuro da Linha do Oeste” no troço entre Meleças e Caldas da Rainha, e por outro lado, o “problema de falta de composições que está a levar a sucessivas e diárias supressões de horários de comboios”.
Segundo o documento, “desde o início de 2017 que os passageiros passam por um verdadeiro martírio, já que estão sujeitos à incerteza de haver ou não comboio, e sem qualquer informação ou pedido de desculpas por parte da CP, já que a grande maioria das estações e apeadeiros está encerrado ou não tem pessoal e é inexistente qualquer serviço eletrónico de indicação dos horários ou alterações”.
“Há uma média de oito a nove supressões em 32 horários que estão previstos diariamente, o que é muito significativo”, sublinhou o responsável, adiantando que “ isso traz sacrifícios aos utentes”. Essas supressões de comboios são essencialmente entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, incluindo os comboios regionais entre Caldas e Leiria, ida e volta.
Na petição, a comissão explica que a supressão de comboios na linha que liga o Cacém a Coimbra deve-se à “falta de material circulante, cada vez mais envelhecido e sem possibilidade de reparação ou substituição”.
Além disso, esta situação, de acordo com Rui Raposo, traz consequências para esta estrutura, como a “descredibilização do serviço público, causando sérios problemas para os passageiros que precisam do comboio para ir trabalhar” e ainda obriga a um “sacrifício” aos utentes que, em alternativa, “sejam transportados em autocarros com percursos que demoram muitas vezes o dobro do tempo”.
“Não é aceitávelvque após um ano a CP e o Governo não sejam capazes de encontrar uma solução que resolva urgentemente este problema”, frisou Rui Raposo, sublinhando que “a ferrovia neste momento não é uma alternativa fiável”.
Para a Comissão, a situação da Linha do Oeste trata-se de “um reiterado incumprimento da obrigação do Governo em fornecer, através da CP, um serviço público de qualidade, de transporte público de passageiros”, visto que não há indicações de a situação “vir a ser corrigida a curto prazo de forma consistente”. Destacou ainda que existe “um favorecimento da rodovia em detrimento da ferrovia, e enquanto isto acontecer temos esta situação na Linha do Oeste”.
Aliás, a Comissão referiu que o Governo deveria encarar o transporte ferroviário como um “elemento estratégico para o desenvolvimento nacional e regional”.
Como tal, o porta-voz frisou que “é necessário que se imponha a concretização do plano de modernização da Linha e que se tomem as medidas urgentes para aquisição do material circulante”
A Comissão sublinhou que a Linha “reúne potencialidades inigualáveis como fator de desenvolvimento económico e social da região do Oeste, como meio de ligação entre as regiões de Lisboa, Leiria e Coimbra”, afetando mais de um milhão de pessoas, e é um “troço ferroviário alternativo à Linha do Norte”, o que podia “favorecer a operacionalidade da própria Linha do Norte”.
O objetivo da Comissão é reunir no “mínimo 4000 assinaturas” para que a petição, que anda a circular nas Caldas e noutras localidades de influência da linha, possa ser discutida daqui a dois meses em plenário na Assembleia da República.
Além disso, a Comissão prevê “avançar em breve com outras ações de protesto”, como uma vigília contra a supressão de comboios e exigir que a CP adote medidas definitivas quanto à falta de material circulante.
Igualmente prevê a concretização de um passeio de comboio entre as Caldas da Rainha e local ainda a definir, convidando população e utentes em defesa da Linha do oeste.
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