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Escolhas do Editor, Caldas / Sociedade
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50 jovens lusodescendentes debatem questões ligadas à procura de emprego

Um grupo de 50 jovens oriundos de oito países está a participar no anual Encontro Europeu de Lusodescendentes, que está a decorrer até à próxima sexta-feira nas Caldas da Rainha e em São Martinho do Porto. Esta iniciativa da associação Cap Magellan, que tem como tema “Incluir a diferença: favorecer a empregabilidade de todos os jovens na Europa”, arrancou oficialmente nesta terça-feira, dia 11 de agosto, com a presença da secretária de Estado das Comunidades, Berta Nunes, que revelou que a “melhor forma de se combater os estereótipos de ser emigrante é através do conhecimento mútuo”.

11-08-2020 | Mariana Martinho

Grupo de jovens lusodescendentes
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Grupo de jovens lusodescendentes
O encontro, que começou na passada segunda-feira, e que também se enquadra nas comemorações oficiais do Dia Internacional da Juventude, pretende valorizar o bilinguismo, a dupla-cultura e a multiculturalidade que têm em comum muitos dos 50 lusodescendentes presentes (França, Portugal, Espanha, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, e Reino Unido), mas também dar respostas para quem procurar emprego é mais difícil, como jovens com deficiências, os jovens que moram nas zonas rurais, os jovens NEET (Não na Educação, Emprego ou Formação), os imigrantes e os requerentes de asilo.
Igualmente pretende “dinamizar uma rede europeia de animadores de juventude lusodescendentes e lusófonos, pessoas que trabalhem com os jovens e que estão em contacto com pessoas ativas na política, associações e empresas originárias de vários países para comunicar e partilhar experiências individuais e coletivas, nos seus países”, explicou a presidente da Cap Magellan, Anna Martins, adiantando que a edição deste ano tem como particularidade a construção pelos participantes de um projeto de inserção profissional destinado aos jovens refugiados da região, em parceria com a AIRO (Associação Empresarial da Região Oeste) e a empresa local Confeitaria Monte Verde (fábrica de cavacas das Caldas).
A isto junta-se um projeto solidário que liga a inclusão de refugiados e o emprego, formações, seminários e atividades informais em torno do tema “empregabilidade”.

“Portugal é um país espalhado pelo mundo”

Na cerimónia de apresentação do projeto, que decorreu na sede da Comunidade Intermunicipal do Oeste, nas Caldas da Rainha, esteve a secretária de Estado das Comunidades, que destacou que “esta atividade juvenil é realmente importante e fundamental para aprendermos como todos juntos podemos ser solidários, e fazer mais e melhor”, e ainda considerou o evento “um fator de regozijo para todos nós”.
Igualmente revelou que “Portugal é um país espalhado pelo mundo, com a presença de portugueses emigrados em mais de 190 países, uma dispersão que o governo quer aproveitar para, em conjunto, construir coisas”.
Berta Nunes anunciou que até meados do próximo ano, “o Governo conta ter com todas as autarquias protocolos assinados”, com vista à criação de gabinetes de apoio ao emigrante em todo o país. “Atualmente existem cerca de 180 gabinetes de apoio ao emigrante, a maioria dos quais de primeira geração, numa rede que até ao final de 2021 será alargada a todo o país, no âmbito da transferência de competências de serviços da administração central para as autarquias locais”, esclareceu a governante.
Já a presidente do Conselho Nacional de Juventude, Rita Saias, destacou que “os jovens continuam a contribuir para economia local, quando vêm para Portugal fazer este tipo de iniciativas, e a ajudar em temáticas que são realmente importantes, como é o caso da empregabilidade”.
Na sessão esteve o presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, e o presidente da Comunidade Intermunicipal do Oeste, Pedro Folgado, que deram as boas vindas aos jovens.
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