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Escolhas do Editor, Caldas / Sociedade
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Centro Hospitalar do Oeste vai receber duas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação

A muito rodada Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) das Caldas da Rainha deverá ser substituída em breve, anunciou Paula Neto, em representação do presidente do INEM, que falava à margem do 3º Congresso da VMER das Caldas da Rainha, que decorreu nos passados dias 13 e 14, na Expoeste. Nuno Pedro, enfermeiro coordenador da VMER das Caldas, também revelou que o concelho vai passar a ter desfibrilhadores automáticos externos nos pavilhões desportivos e noutros espaços públicos, numa parceria entre a autarquia e equipa da VMER, que vai dar formação aos utilizadores do dispositivo que pode salvar vidas.

18-04-2018 |

De acordo com o Nuno Pedro “o DAE pode estabilizar vítimas em paragem cardíaca
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De acordo com o Nuno Pedro “o DAE pode estabilizar vítimas em paragem cardíaca
O Centro Hospitalar do Oeste (CHO) vai receber brevemente duas novas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER), atribuídas pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), anunciou Paula Neto, da Delegação Regional do Centro do INEM. As viaturas serão entregues às equipas da VMER das Caldas e de Torres Vedras.
Paula Neto, em representação do presidente do INEM, falava à margem do 3º Congresso da VMER Caldas da Rainha, que decorreu nos passados dias 13 e 14, na Expoeste.
O parque nacional de VMER foi quase completamente renovado no último ano, num investimento de 2,1 milhões de euros, mas o CHO foi o único hospital que não foi contemplado.
Paula Neto disse essa situação “teve a ver com o aspeto funcional e organizativo do centro hospitalar que ainda não é EPE (Entidade Pública Empresarial), o que não permitiu a aquisição ser feita nos moldes em que foi feita por parte dos outros hospitais”. Na tentativa de contornar a atual situação, mesmo que a passagem do CHO para EPE esteja para breve, as duas viaturas novas serão “fornecidas diretamente pelo INEM num protocolo estabelecido entre o hospital e o INEM”.
Paula Neto não revelou a data de entrega das viaturas, sublinhando que a informação que lhe foi dada é “que o processo está bem encaminhado e que provavelmente a chegada das viaturas será mais cedo do que inicialmente estaria previsto”.
Joaquim Urbano, coordenador da equipa VMER das Caldas e presidente do congresso, avançou que ficou “incomodado com o fato de ser a única unidade hospitalar a não ver a sua frota VMER renovada”, uma vez que os veículos que têm recebido “têm algum desgaste com 250 a 300 mil quilómetros”.
O que presidiu à troca das VMER no país foi, segundo Joaquim Urbano, a “quilometragem elevada e as conhecidas avarias que condicionavam uma resposta adequada a todas as situações de emergência a que somos chamados a intervir”. “A verdade é que houve mudanças em praticamente todas as VMER a nível nacional e a nossa dizem que vai ser mudada, mas continuamos à espera”, sublinhou o responsável.
O coordenador da equipa VMER das Caldas declarou que sabia que havia “barreiras burocráticas e administrativas que tinham que ser ultrapassadas”, mas também considerou que dados os antecedentes que estão na renovação das frotas “seria um fator para aceleração do processo”. “Houve uma renovação da frota das viaturas em 2004. O envelhecimento da frota e constantes avarias podem condicionar o nosso trabalho e isso é um fator de preocupação”, adiantou.
Joaquim Urbano espera agora que a garantia de uma viatura VMER para as Caldas da Rainha “em breve seja uma realidade”.

Caldas da Rainha vai ter desfibrilhadores nos pavilhões desportivos

Caldas da Rainha vai passar a ter desfibrilhadores nos pavilhões desportivos, na Rua das Montras e junto ao edifício da Câmara. O Complexo Desportivo, o Pavilhão da Mata e o Pavilhão Rainha D. Leonor são os três primeiros locais a equipar com um dispositivo de Desfibrilhação Automática Externa (DAE), que permitirá “socorrer rapidamente pessoas em paragem cardíaca, poupando minutos preciosos que podem salvar vidas”.
Nuno Pedro, enfermeiro coordenador da VMER, explicou que vai ser feita uma parceria com a Câmara para a aquisição dos DAE e nós vamos dar formação a 18 elementos da autarquia para que os saibam utilizar”.
O enfermeiro adiantou que depois de um jovem de 16 anos ter morrido no passado ano durante o treino de râguebi no Complexo Desportivo das Caldas, o Município mostrou interesse em adquirir os DAE para colocar nas zonas desportivas da cidade.
Segundo Nuno Pedro, “em conversa com Pedro Raposo, vereador do desporto, houve interesse em colocar mais dois dispositivos nas Caldas”, nomeadamente na Rua das Montras e na Praça 25 de Abril (em frente à Câmara), onde poderão ser utilizados “em caso de emergência, por alguém habilitado para o efeito”. “A ideia era na Rua das Montras formarmos alguns lojistas e um agente da PSP que costume estar naquela zona de serviço e também funcionários da junta de freguesia, e em caso de necessidade eles utilizarem o DAE”, adiantou o responsável, referindo que “seremos das primeiras cidades em Portugal com esse tipo de instrumentos na rua”.
Nas Caldas já existe um DAE no Centro Comercial La Vie.
A equipa da VMER é, na região Oeste, “a primeira entidade credenciada para dar formação em Suporte Básico de Vida com DAE”. O DAE pode estabilizar vítimas em paragem cardíaca e ajudá-las a ganhar tempo para receber os tratamentos adequados. Numa emergência médica se esse aparelho for utilizado entre os primeiros três a cinco minutos a possibilidade de recuperar o doente varia entre os 50 e os 80%”, elucidou.
“Trata-se de um dispositivo que tem um custo entre os 600 e os 2000 euros por aparelho e gera um choque elétrico que pode reiniciar a vida, mas só pode ser usado em vítimas sem sinais de vitais”, daí a “importância da formação”.
A possibilidade de operar dispositivos de DAE era restrita a médicos até 2010, mas a alteração da legislação permite, desde aquela data, iniciar programas de formação “para poderem ser utilizados fora do âmbito hospitalar ou da VMER”.
A equipa da VMER das Caldas da Rainha, que já desde 2003 ministrava cursos de Suporte Básico de Vida em escolas e em instituições que os solicitassem, optou por constituir a Salvar – Associação Cívica do Oeste e fazer junto do INEM “a acreditação em suporte básico de vida com DAE”.
Foi no primeiro dia do Congresso da VMER que decorreu o primeiro curso de suporte básico de vida com DAE, no qual participaram cerca de 30 médicos, enfermeiros e população interessada.
Teve lugar também o curso de ventilação não invasiva pela entidade formadora Linde com o objetivo de ministrar conhecimentos que lhes permitam “colocar o pulmão a respirar sem ser com tubagem”.
O enfermeiro coordenador da VMER destacou a grande afluência aos cursos, que esgotaram as inscrições. “É uma necessidade sentida na nossa região porque os cursos estão centralizados nas grandes metrópoles. Além deste congresso vamos com a nossa associação Salvar iniciar estes cursos no Oeste”, adiantou, salientando que “cada curso tem um limite de inscrições com o intuito de ter qualidade na formação”.
"Controvérsias no pré-hospitalar" foi o tema central do 3.º Congresso da VMER das Caldas da Rainha, presidido por Joaquim Urbano. Os desafios na formação em emergência e as questões de ética relacionadas com a doação de órgãos e a reanimação foram algumas das questões em debate.
A sessão de abertura teve lugar no passado sábado, com a presença de Nuno Santa Clara, representante da Ordem dos Médicos, Cristina Teotónio, diretora do serviço de urgência de Caldas da Rainha e de Peniche, Idalécio Lourenço, do Conselho de Administração do CHO, Maria da Conceição, vereadora da Câmara das Caldas, Ricardo Matos, representante da Ordem dos Enfermeiros, e de Luís Pisco, presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
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