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Caldas / Economia
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Boa adesão de desempregados para reforçar instituições sociais

O Governo criou uma nova medida que tem como objetivo prestar apoio às entidades do setor social e solidário, que enfrentam desafios criados pela pandemia de Covid-19. O mecanismo prevê que trabalhadores em situação de desemprego ou a tempo parcial (enquadrados ou não no regime de lay-off simplificado) possam reforçar estas equipas em troca de uma bolsa que varia entre os 438,81 e os 658,2 euros. Os contratos podem ir até três meses.

06-04-2020 | Marlene Sousa

Célia Roque, diretora do Centro de Emprego de Oeste Norte, destacou a disponibilidade de muitas pessoas em quererem ajudar as instituições a superar esta fase difícil
Célia Roque, diretora do Centro de Emprego de Oeste Norte, destacou a disponibilidade de muitas pessoas em quererem ajudar as instituições a superar esta fase difícil
Segundo Célia Roque, diretora do Centro de Emprego de Oeste Norte, sediado nas Caldas da Rainha, “felizmente temos tido boas manifestações por parte de muitas pessoas com a intenção de colaborar e de ajudar estas instituições a superar esta fase difícil”.
Neste momento o Centro de Emprego já tem duas candidaturas aprovadas dentro dos prazos e em fase de seleção.
“É incrível como o espírito solidário e de interajuda existe no povo português, o que é muito gratificante e nos dá alento a continuar”, salientou Célia Roque.
Às pessoas interessadas em participar transmitirem os seus contactos para os e-mails se.caldasrainha@iefp.pt ou se.alcobaca@iefp.pt.
As pessoas integradas nestes projetos irão receber uma bolsa paga pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Ainda assim, Célia Roque considera que o “espírito que tem sobressaído nos e-mails que nos têm enviado de disponibilidade para colaborar não terão relação direta com este fator”. “Nota-se uma clara vontade de ir à luta, para todos vencermos esta guerra”, adiantou.
Podem ser integradas nos projetos abrangidos por esta medida as pessoas que se encontrem numa das seguintes situações: Desempregados (independentemente de estarem ou não inscritos no IEFP), trabalhadores com contrato suspenso ou horário de trabalho reduzido (lay-off), trabalhadores com contratos de trabalho a tempo parcial e estudantes e formandos com 18 ou mais anos.
Célia Roque informou ainda que o IEFP está em pleno funcionamento, dada a importância da sua atividade para o rendimento das famílias. No entanto, incentiva a articulação via e-mail, telefónica e através do serviço IEFP online. “Os e-mails estão a ser vistos a toda a hora e como tal são a forma mais fácil de interação com os serviços”, apontou a responsável.
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