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Alteração do espaço da Feira das Velharias no Parque D. Carlos I gera queixas

A Feira das Velharias, que anteriormente se realizava no parque das bicicletas, aos segundos domingos de cada mês, mudou-se desde setembro do ano passado para o parque das merendas do Parque D. Carlos I. Essa mudança de localização, que tem gerado algumas críticas por parte dos feirantes, teve como objetivo a “regularização de algumas irregularidades, que punham em causa a flora e os utentes do Parque, bem como a promoção da circulação e uso pelos visitantes desta zona do parque que necessitava de vida e de movimento”.

21-02-2020 | Mariana Martinho

Os feirantes criticam a mudança de localização, bem como a disposição da Feira das Velharias
Os feirantes criticam a mudança de localização, bem como a disposição da Feira das Velharias
Esta feira mensal, que tem vindo a crescer e que nos últimos tempos já estava a ultrapassar os limites do parque das bicicletas, estendendo-se pelas várias artérias laterais, como as traseiras do Museu Malhoa e o roseiral, foi deslocada para o parque das merendas. Essa nova área proposta pela União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, entidade que ficou responsável pela manutenção do Parque e da Mata, desde que o património está sob a gestão da autarquia, provocou “um grande descontentamento”, junto dos vendedores.
Segundo os feirantes, “o sítio antigo é que era. Além de ser um espaço mais nobre do Parque também tínhamos mais pessoas a visitar as nossas bancas. Atualmente isso não acontece, pois as pessoas não passeiam por esta parte do Parque”.
Igualmente criticam a falta de seleção por parte entidade responsável, “deixando entrar todos e mais alguns para vender, por vezes lixo e não velharias”. Face a isso sugerem que devia de haver um cartão de feirante, com quotas pagas, de modo a selecionar os feirantes e as vendas de velharias com qualidade.
Esta mudança também provocou uma menor afluência de clientes junto ao café do Campo de Ténis, bem como condiciona a realização de possíveis eventos no parque das merendas, inclusive a sua utilização por famílias e grupos para ali confraternizarem à volta das mesas.
Na opinião dos comerciantes, a “zona do parque das bicicletas e a rua que sobe em direção ao portão da entrada, junto à fábrica e ao museu Bordalo Pinheiro era o sítio ideal, pois não tem relva para estragar, nem influencia a passagem de quem anda a passear”.

Manter a Feira de Velharias com regras

Esta decisão, que foi tomada pela Câmara e pela União de Freguesias, “ajudará a evitar a circulação indevida e abusiva de veículos dentro do parque, possibilita uma distribuição equilibrada dos feirantes, mas também uma ocupação conjunta localizada em relação ao parque e promover a circulação e uso pelos visitantes a esta zona do parque que necessita de vida e de movimento”, sustenta o presidente da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório.
De acordo com Vítor Marques, “desde sempre entendemos que a Feira de Velharias é algo que se deve manter mas com um conjunto de regras”, de modo a evitar a circulação dos automóveis dos feirantes nas ruas do parque e o estacionamento dos mesmos em espaços verdes do Parque.
Nesse sentido, a Junta optou por deslocar o certame para uma zona do Parque com menos florestação e com capacidade para albergar todos os vendedores. “Essa mudança fez com que melhorasse e muito a questão dos veículos dentro do espaço e ainda trouxe a possibilidade dos utentes normais poderem usufruir do parque sem terem que ir à feira”, sublinhou o autarca, adiantando que “também era necessário ajustar as atividades ao parque e não vice-versa”. Admitiu ainda que “é verdade que há menos pessoas a frequentar o evento mas ali a feira está mais organizada”.
Antes de tomar a decisão, a Junta falou com alguns dos vendedores para perceber o sentimento deles e “quase todos mostraram alguma preocupação, que pudesse ser menos rentável mas também a maioria percebeu a razão para fazer esta alteração”.
No que diz respeito à seleção dos vendedores, Vítor Marques referiu que “esse é um problema que está identificado e já tivemos reuniões com a ADIO (responsável pela gestão da feira), que neste momento está a desenvolver uma solução para fazer essa correção. E o cartão de feirante poderá ser uma possibilidade”.
O autarca aproveitou para anunciar que o Lago do Parque D. Carlos I já voltou a ser enchido, na passada sexta-feira, depois de uma ação de limpeza e reparação do chão da superfície, de modo “a evitar possíveis roturas”.
Em breve também está prevista a instalação de uma iluminação artística em frente ao Museu José Malhoa, que “irá enaltecer o próprio Museu, bem como a estátua de José Malhoa e as árvores envolventes”, e ainda o arranque das obras de requalificação das casas de banho junto à Casa dos Barcos. Esta obra, que “queríamos que estivesse pronta antes do 15 de maio”, vai permitir que o espaço tenha melhores condições.
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